10 sequencias de pura fotografia

As sequencias no cinema são inspiradoras e aprendemos muito com elas. Para quem não sabe o que é uma sequencia, eis a definição no Wikipedia:

Sequência, em cinema, é um conjunto de planos e cenas que formam uma única e coerente unidade de ação dramática [1] . Muitos autores comparam a sequência de um filme narrativo com o capítulo de um romance, já que ambos, sequência e capítulo, possuem ações independentes completas, com inícios, meios e fins aparentes, e ambos concluem com uma espécie de clímax dramático.

Vamos lá então:

Sequência 1: Duelinng Banjos do Filme Deliverance, com a fotografia de Vilmos Zsigmond

Sequência 2: “A luta”  Buch Cassidy and Sundence Kid, com a fotografia de Conrad L. Hall

Sequência 3: “Nunca desistir”   O último samurai. Fotografia de John Toll

Sequência 4: Várias sequencias deste filme são incríveis. A árvore da vida.  fotografia de Emmanuel Lubezki

 

 

Sequência 5: O Iluminado de Kubrick. O encontro do garotinho Dany com as suas visões, fotografia de John Alcott

Sequência 6: O tigre e o dragão sequência da luta nos bambus Fotografia de Peter Pau.

 

Sequência 7: The Revenant (O regresso) .  Sequencia de abertura absolutamente PERFEITA! Fotografia de Emmanuel Lubezki

 

Sequência 8: A perseguição de Zhora (cenas fortes) Blade Runner. Fotografia de Jordan Cronenweth

 

Sequência 9:  O mestre dos Mares, todo o início do filme é uma grande sequência. Aqui uma parte dela Fotografia de Russell Boyd

 

 

Sequência 10:  Abertura do documentário (até o texto de abertura) “Entre Montanhas e Muriquis”. Fotografia de Leandro Santana Moreira. Prêmio de melhor fotografia no festival internacional de montanha BANFF.

 

 

 

 

Eis, dez sequências inspiradoras. Quem quiser votar, pode votar nos comentários. Ou sugerir…

Abç

André

O escândalo Steve Mccurry

Este é um assunto delicado mas que é impossível de não se falar, já que Steve Mccurry (foto da Garota Afegã) sempre foi uma enorme referência para o meu trabalho. Lembro-me quando fui na sua exposição no instituto  Tomie Ohtake em São Paulo, no meio da exposição as lágrimas começaram a cair de meus olhos devido a tamanha perfeição e qualidade das imagens.

Na expo

Em maio deste ano o site PETAPIXEL publicou uma foto feita por um leitor numa exposição de Mccurry onde havia um erro grave de manipulação da imagem. Foto da descoberta

Esta foto gerou uma série de descobertas subsequentes e resultado: descobriu-se que um dos fotógrafos mais famosos do mundo manipula PRA CARAMBA suas imagens. Aqui estão mais descobertas escandalosas sobre as suas manipulações:  

Este fato gerou uma série de polêmicas em torno do autor que por muitos anos se diz fotojornalista. Claro, que isso implica uma série de códigos de conduta e jornalistas NÃO podem manipular as imagens desta forma. A agência MAGNUM não se manifestou sobre o assunto, mas, como se sente uma pessoa que compra uma impressão da MAGNUM e paga uma fortuna e depois descobre que tal imagem foi intensamente manipulada, que ela não é REAL.

Para mim, este escândalo me lembrou a história de dopping de Lance Armstrong, pela defraudação. Muitos de nós acabamos descobrindo que a genialidade é relativa e hoje, com os programas de editoração de imagem, tudo é possível. Sim é possível mudar cores, contraste, tirar postes, crianças, objetos confusos, alterar tons, etc, etc.

As desculpas aparecem, mas para mim, no caso de Mccurry e outros fotógrafos que admiro muito (pois tenho certeza que eles manipulam muito também), ficou bem claro. Na fotografia e no cinema não existem gênios, existem excelentes fotógrafos e excelentes diretores de fotografia, gênios são outros…BACH, DA VINCI, e poucos que não manipularam suas obras.

Aqui vão os diversos posts detalhando sobre o escândalo:

http://petapixel.com/2016/06/07/eyes-afghan-girl-critical-take-steve-mccurry-scandal/

http://petapixel.com/2016/05/26/photoshopped-photos-emerge-steve-mccurry-scandal/

 

Continuemos com nossas fotos.

 

Abraços

 

André

California Dreaming

Nós estávamos na Marina de Santa Barbara e eu procurava um restaurante mais barato. Olhei para uma transversal avistei o On The Alley e fui logo entrando. a música que tocava era California Dreaming (antigo sucesso dos Mamas and Papas) as atendentes estavam dançando animadas e ao me verem ficaram coradas de vergonha, eu simplesmente ri e logo em seguida fui muito bem atendido. Eu e minha esposa, Nina, comemos muito bem lá e saímos sorridentes após a nossa deliciosa torta de framboesa com sorvete de sobremesa.  Assim foi a nossa experiência na Califórnia, sorrisos, bom atendimento, profissionalismo, pessoas simpáticas e lugares maravilhosos. Confesso que quando Nina insistiu nessa viagem eu disse a ela que não tinha vontade de visitar os Estados Unidos, mas quando o Parque Nacional do Yosemite foi tocado na questão, então tudo mudou. Para mim, Ansel Adams sempre foi um ícone, uma referência e o Yosemite estava incluso nessa lista. Como tínhamos uma reserva e compramos passagens baratas, eu fiz uma programação visando somente Parques Nacionais, Estaduais e Camping na Barraca.  O Roteiro seriam dez dias, saindo de Los Angeles, alugando um carro e indo para o Yosemite, depois para Santa Cruz Califórnia, onde ficaríamos no Big Basin Redwoods State Park, logo após para o Big Sur, Santa Barbara e finalmente Los Angeles.

Gastar pouco é possível e você pode reservar os Campings aqui: Campings Estaduais, Campings Nacionais. Essa é a grande jogada! Encare os campings com ÓTIMA infraestrutura e você economizará de verdade!

Chegamos em Los Angeles no dia 19 de abril às 2 da madrugada, pegamos um carro reservado na Álamo. Como era de madrugada, eu pedi a atendente se poderia ficar até as 5h no estacionamento? Ela simpaticamente disse que não havia problema. As 5:15 nós tomamos café numa conveniência de um posto de gasolina e depois fomos para North Hollywood para pegar um equipamento que estava na casa de um conhecido em L.A. Pegamos as malucas freeways de Los Angeles (o pessoal pisa fundo lá) e graças ao “santo” GPS nós chegamos OK. O nosso amigo estava de saída. Nos cumprimentamos, ele me passou os equipamentos (eu havia comprado na B&H), agradeci dei a nova edição do meu livro de fotografias “O Café das Matas de Minas” para ele e nos despedimos. Ele foi trabalhar e nós para Fresno, pois não quis fazer compras em Los Angeles, preferi uma cidade mais tranquila. Chegamos em Fresno tranquilamente, pois as estradas americanas são ótimas, tão boas que o sono se torna um problema. Recomendo para quem viajar de carro pelos EUA, utilizar das áreas de descanso nas estradas: ali tem uma boa infraestrutura para descansar e esticar as pernas. Em Fresno compramos alguns itens de necessidade para o camping e outras cositas mas e subimos para o Yosemite.

O Yosemite National Park merece um post em especial. A nossa experiencia lá foi maravilhosa. Encontramos amigos, paisagens de tirar o fôlego e muita organização. Nosso camping foi ótimo! Os banheiros eram muito limpos, as duchas ótimas, os vizinhos extremamente educados, até os cachorros são educados. Nos apaixonamos pelo Yosemite. Como fotógrafo, senti a tradição do parque com a fotografia. Encontrei vários fotógrafos com equipamentos pesados, no meu caso, levei a minha D750, a 20mm, 50mm, 85mm, e uma 80-200 f.8. Filtros polarizadores, ND Grad e tripé. Além do controle remoto da Nikon. Não tinha intensão de realizar timelapses e o meu objetivo era descansar. Quando saímos de lá o coração já estava apertado. Nina comentou em voltar e tive de concordar.

A incrível vista do túnel

A incrível vista do túnel

 

Cachoeira véu de noiva.

Cachoeira véu de noiva.

 

De madrugada ainda se pode ver as estrelas no céu do Yosemite

De madrugada ainda se pode ver as estrelas no céu do Yosemite

 

Sol nascendo atrás das cordilheiras

Sol nascendo atrás das cordilheiras

 

Yosemite 8

©andreberlinck

 

 

 

Yosemite 9

Sem palavras!

 

Yosemite falls

Yosemite falls

 

Nina e ao fundo a incríves Yosemite fall

Nina e ao fundo a incríves Yosemite fall

 

Um café da manhã animado com os nossos amigos Ricardo e Cecilia

Um café da manhã animado com os nossos amigos Ricardo e Cecilia

 

Pela manhã a água fria corre, embalando com o seu som, o sono dos dorminhocos.

Pela manhã a água fria corre, embalando com o seu som, o sono dos dorminhocos.

 

Ranger Shelton. Simpatia em pessoa.

Ranger Shelton. Simpatia em pessoa.

 

Mirror Lake

Mirror Lake

 

Mirror Lake

Mirror Lake

 

Glacier point

Glacier point

Demoramos um dia para chegar em Santa Cruz, CA. Fomos por estradas menores e passamos por algumas pequenas cidades da CA. Foi muito legal ver a organização dos EUA. Sempre bem atendidos, nós comemos no TOGO, pois eu estava louco para comer um Sanduíche de Pastrami, Nina, adorou a sopa de lá. Chegamos em Santa Cruz a noitinha e tivemos um pequeno problema ao montar a nossa barraca, o único na viagem. Justo o local que nós escolhemos era inclinado e tivemos que amargar. Mas estavamos tão cansados que caímos no sono.

No dia seguinte fomos para praia principal de Santa Cruz. O dia estava lindo e deu ALTAS ONDAS. Eu como um velho surfista, fora de forma, ADOREI e a Praia de Santa Cruz foi uma experiência muito legal. Almoçamos num restaurante árabe, a comida estava ótima! Voltamos para nossa barraca inclinada já de noite e mais uma vez caímos no sono pesado, no dia seguinte visitamos as fomosas Redwoods do Parque. Lindas! De lá fomos para o Bigsur!

Baia de Santa Cruz

Baia de Santa Cruz

 

Futuro pela frente

Futuro pela frente

 

Museu do surf

Museu do surf

 

Santa Cruz, CA

 

Fun bodyboard

Fun bodyboard

 

Reflexos californianos

Reflexos californianos

 

Fun 2

Fun 2

 

Fun 1

Fun 1

 

Cuidado!

Cuidado!

 

Por do sol em Santa Cruz

Por do sol em Santa Cruz

 

Curtindo o surf

Curtindo o surf

 

No campsite inclinado

No campsite inclinado

 

 

De Pandora

Nina, dentro de uma árvore que parece de outro planeta. “De Pandora”

 

Panorâmica de Santa Cruz Beach

Panorâmica de Santa Cruz Beach

 

Se preparando para enfrentar a água fria de Santa Cruz

Se preparando para enfrentar a água fria de Santa Cruz

 

No Bigsur fomos para o Pfeiffer State Park. Muito bom o nosso campsite! Planinho! Ufa. Lá aproveitamos bem os dois dias e visitamos os diversos locais e praias. Na volta, passamos por Santa Bárbara, Ventura e depois Los Angeles.

Pfeiffer Bigsur beach

Pfeiffer Bigsur beach

 

 

Pfeiffer Bigsur beach

Pfeiffer Bigsur beach

 

Dentro do Parqu muitos bichos

Dentro do Parque muitos bichos

 

Andrew Molera State Park

Andrew Molera State Park

 

Andrew Molera State Park

Andrew Molera State Park

 

Andrew Molera State Park

Andrew Molera State Park

 

Andrew Molera State Park

Andrew Molera State Park

 

Bigsur

Bigsur

 

Esquentando do Frio

Esquentando do Frio

 

Bambis no Bigsur

Bambis no Bigsur

 

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Nossa campsite no Bigsur. Bem plano e espaçoso.

 

Julia Pfeiffer Beach

Julia Pfeiffer Beach

 

Julia Pfeiffer Beach

Julia Pfeiffer Beach

 

Bigsur

Bigsur

 

Leões Marinhos em Cambria, CA

Leões Marinhos em Cambria, CA

 

Leões Marinhos em Cambria, CA

Leões Marinhos em Cambria, CA

 

 

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A linda marina de Santa Bárbara

 

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Saindo para surfar?

 

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Santa Bárbara

 

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Santa Bárbara, CA

 

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Santa Bárbara, CA

 

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Rincon Point, CA

 

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Rincon Point, CA

 

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Rincon Point, CA

 

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Fred me atendeu super bem na Samy´s Camera de LA.

Para concluir, nós podemos dizer que acampar pela California vale MUITO a pena. É muito mais barato, a infraestrtutura dos parque é ótima e a economia é muito grande. Fomos super bem atendidos em todos os locais, de forma agradável e eficiente, realmente os EUA me surpreendeu. Gostamos muito! As fotografias fiz sem compromisso, pois estava de férias, mas sem dúvida o Yosemite é “O LUGAR” para tirar fotos e se algum dia puder voltar, certamente não será para 3 dias. Um abraço aos americanos e até algum dia.

Criatividade no processo produtivo

Existem dois blogs que eu sigo diariamente. Nikonrumors.com (rumores da Nikon), por causas óbvias, já que sou usuário de equipamento Nikon. Alí estão TODAS as novidades importantes do mercado “Nikon”. Outro blog é o Phothography Life (antigo Mansurovs). Blog muito bom, competente, as vezes com mátéria para iniciantes, mas sempre se pesca algo interessante lá. Dos vários fotógrafos colaboradores do Blog, noto o talento diferenciado de um jovem chamado Spencer Cox. Spencer realmente se sobressai de uma forma natural.

O processo produtivo e criativo é algo que sempre questiono muito. Ninguém até hoje pode definir o que mais interfere no processo criativo. Uns dizem que a criatividade vem sobre pressão, outros já dizem ao contrário, que a criatividade vem no momento do “preguiça” produtiva, ou ócio produtivo. Eu acho que o processo produtivo surge da motivação e a motivação pode ter diferentes origens. Um dos aspéctos primordiais da motivação é a produção. Grandes artistas produziram obras famosas num momento de produção intença. Outra é a maturidade, pois a arte tem de amadurecer dentro do artista. Outra é o dinheiro, ha, ha! enfim… Algumas das melhores obras de Mozart foram produzidas no final da vida dele, como o Concerto para Clarinete, A Flauta Mágica e os últimos concertos para piano. Os Beatles também produziram seus melhores discos no momento da maturidade (na minha opinião), Sgt. Pepper’s , Revolver, Abbey Road e Let It Be. Mas no caso do Bob Dylan , para mim o melhor da obra vem num momento de outras motivações, o albúm DESIRE é muito famoso e não é fim de carreira. No caso do Dire Straits, eu acho que o melhor álbum é o Brothers in Arms, onde já existe uma maturidade na banda.

Com a fotografia acontece isso também, alías com todos os artistas. Percebo que a motivação é muito importante. Existem fotógrafos que tem uma fase “genial” e depois passam a viver daquela fase. Por exemplo Steve Mccurry é um caso. Não vejo um trabalho atual como o de 15 anos atrás. Já o fotógrafo Joe Mcnally é um cara que é mais constante. São duas linhas diferentes, mas eu acredito que o artista, se ele não tem um incentivo, ele tem de gerar um. Criar um incentivo, para não cair na entropia. Muitos artistas ficam vivendo do passado e acredito que isso é que diferencia o artista. A constância! Vejamos o exemplo MAIOR de constância; J.S Bach. Não existe obra ruim de Bach. Aí já é outra coisa, é genialidade! Mozart também entre nessa via e alguns outros. Mas com os fotógrafos jovens, eu acho que eles tem de tomar cuidado, pois o incentivo da juventude passa e aí surgem outras etapas na vida. Se atualizar, estudar e estar sempre produzindo faz parte do incentivo para ficar um período maior colhendo frutos da criatividade, pois muitas vezes ela surge com a transpiração e não com a inspiração.

 

Abaixo série de retratos em Preto e Branco que estou produzindo atualmente sobre trabalhadores de Café.

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Abraço

 

André Berlinck

Exposição Várias mãos pro Bernardão inicia comemorações de aniversário da UFV

Expo-90-anos

 

Nesta quinta-feira (7), às 19h, as comunidades universitária e viçosense estão convidadas a participar, no Museu Histórico e Pinacoteca da UFV, da abertura da exposição Várias mãos pro Bernardão: registro do trabalho de restauração do Edifício Arthur da Silva Bernardes.

A exposição dará início às comemorações de 90 anos da UFV com registros do fotógrafo André Berlinck, que, em 2014, acompanhou o restauro do Edifício Arthur Bernardes, construído na década de 1920. Nas fotografias, estão fragmentos do trabalho realizado pela equipe que recuperou o percurso histórico do edifício, permitindo que ele voltasse a exibir sua imponência e beleza.

A abertura da exposição contará com uma instalação na área externa do Museu Histórico que irá contemplar toda a série produzida por André Berlinck. O público poderá interagir com a instalação, deixando registrada sua parte na história dos 90 anos da UFV. Também haverá, na fachada do espaço, projeções realizadas pelo projeto Procultura Arte Digital: aplicações diversificadas para projeções, coordenado pelo professor Douglas Lopes de Souza, do Departamento de Arquitetura e Urbanismo.

A exposição Várias mãos pro Bernardão poderá ser visitada até 12 de maio, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Visitas em grupo devem ser agendadas pelo telefone (31) 3899-2498. O Museu Histórico e Pinacoteca da UFV estão localizados ao lado da agência da Caixa Econômica Federal do campus Viçosa.

Veja a notícia no site da UFV

Cimento & Areia & Brita & Água

Começando um trabalho para o Centro de Ciências Exatas da UFV acabei enveredando pelo caminho da Brita, ou melhor dizendo, comecei pela Engenharia Civil. Ajudado por uma pós-graduanda, Elisa, marcamos a data para algumas fotos e ela ficou incumbida de pegar mais alguns alunos como modelos. Nosso horário de início, foi às 16:30. A luz estva ótima, mas forte e tive de jogar com interiores. A luz TUDO transforma e optei por um estilo Mcnally, que gosto muito. Com flashes e luzes naturais…obtive um resultado interessante.

 

Esta foi a última foto do dia. Com uma iluminação pontual o ponto alto foi a camiseta caracterizando o curso de graduação. Pedi para o meu modelo segurar o bloco de cimento.

Esta foi a última foto do dia. Com uma iluminação pontual o ponto alto foi a camiseta caracterizando o curso de graduação. Pedi para o meu modelo segurar o bloco de concreto.

 

Boa foto também, mesclando a luz ambiente e o flash

Boa foto também, mesclando a luz ambiente e o flash

 

Gosto muito da relação entre a capa do livro e as estruturas do prédio no fundo

Gosto muito da relação entre a capa do livro e as estruturas do prédio no fundo

 

A luz perfeita, pena a camisa do Cruzeiro, por uma falta de opção, mas acho que essa foto não vai ser utilizada

A luz perfeita, pena a camisa do Cruzeiro, por uma falta de opção, mas acho que essa foto não vai ser utilizada

 

Com uma luz especial, coloquei o segundo aluno no fundo para não deixar a foto muito banal. Não tem photoshop aí.

Com uma luz especial, coloquei o segundo aluno no fundo para não deixar a foto muito banal. Não tem photoshop aí.

 

Exposição da restauração do Edifício Arthur Bernardes faz parte da comemoração dos 90 anos da UFV.

Em abril começam as comemorações dos 90 anos da Universidade Federal de Viçosa e a minha exposição “Várias Mãos pro Bernardão” vai voltar a ser exibida na Pinacoteca da UFV. Fique ligado e participe!  Eis algumas fotos da exposição.

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Reforma e restauração da Sala da PPG no edifício Arthur Bernardes. Foto: André Berlinck – Direitos reservados proíbida reprodução

 

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Reforma e restauração das janelas do Edifício Arthur Bernardes. Foto: André Berlinck – Direitos reservados proíbida reprodução

 

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Reforma do telhado do Edifício Arthur Bernardes. Foto: André Berlinck – Direitos reservados proíbida reprodução

 

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Reforma do Edifício Arthur Bernardes. Foto: André Berlinck – Direitos reservados proíbida reprodução

 

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Retrato de um trabalhador no telhado do Edifício Arthur Bernardes. Foto: André Berlinck – Direitos reservados proíbida reprodução

 

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Reforma e restauração do Edifício Arthur Bernardes. Foto: André Berlinck – Direitos reservados proíbida reprodução

 

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Reforma do Edifício Arthur Bernardes. Foto: André Berlinck – Direitos reservados proíbida reprodução

 

 

Uma foto em 3 minutos, por favor!

 

Prof. Dr. Ken Wilson

O Prof. Dr. Ken Wilson, é editor senior do Journal of Animal Ecology. Ele foi convidado para dar uma palestra no Bioagro, na UFV. Me contrataram para fazer um retrato dele. O dia estava bonito, acabara de chover a atmosfera estava limpa e brilhante. Muito brilhante. Quando ele chegou, faltavam 10 minutos para o início da palestra. Nos cumprimentamos, ele foi educado. Eu fechei o diafragma 2 pontos e meio e reduzi radicalmente a luz forte do fundo, na frente, fiz uma luz bem suave…ele posou 3 minutos e entrou. Boa palestra professor!

Livro Café das matas de Minas, segunda edição

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Com uma imensa satisfação que anuncio a segunda edição do livro Café das Matas de Minas.
Graças ao patrocínio da Coocafé e da Sicoob, consegui realizar este projeto tão importante. Em breve o data de lançamento da segunda edição em Lajinha-MG.

O livro estará a venda no meu site por R$ 85,00 em breve. Aguardem!

Abraços
André

A luz de ontem e a luz de hoje

Farol de Santa Marta, 1987 - SC

Farol de Santa Marta, 1987 – SC com uma penthax spotmathic

Outro dia um amigo me emprestou um pendrive e nele veio um filme junto, o filme era pirata, mas era um filme que tinha muita curiosidade de ver. The Revenant, ( O Regresso), com o Leonardo Di Caprio. O filme está concorrendo ao Oscar de melhor fotografia com Emmanuel Lubezki. Assistimos o filme eu e a minha esposa. Conclusão: vai ser MUITO difícil alguém tirar este terceira nomeação de Emmanuel Lubezki. Com uma fotografia belíssima, o filme prende do começo ao final. A atuação de DiCaprio está sensacional.

Por muita coincidência, vimos um filme antigo, alguns dias depois, O feitiço de Áquila, de 1985. Filme belíssimo, com uma fotografia estonteante, do nada menos premiado com 3 oscars da academia, Vittorio Storaro. Poucos Diretores de fotografia ganharam 3 oscar e agora, provavelmente Emmanuel Lubezki vai ganhar o terceiro. Qual é o melhor fotógrafo, pensei. Talvez a luz de Vittorio seja considerada ultrapassada, mas não é! A moda não pode ditar a arte, apesar que isso acontece e hoje a fotografia está muito menos recheada com luz do que no passado, todos os dois filmes mostram como a arte da fotografia pode transformar um filme. O intimismo com a utilização de grandes angulares quase no filme inteiro e a luz natural usada por Lubezki é algo que incomoda pelo realismo. Você entra dentro da alma de Dicaprio. Por outro lado, a escolha das tonalidades e cores usadas por Storaro, fazem de O feitiço de Áquila uma poesia mística. Não existe luz melhor, não existe a moda, não existe evolução. Na luz de ontem e na luz de hoje. O que existe, são dois grandes artistas.

 

Serra do Caparaó - MG

Serra do Caparaó – MG, 2014 com uma Nikon D600

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abraço para todos os amantes da Luz!

O que está acontecendo com a fotografia?

Café cereja

Café cereja © André Berlinck

O que está acontecendo é algo natural, sim, uma overdose de imagens.

Revistas quebrando. O ramo editorial está péssimo devido a internet. Ninguém quer mais saber de ir as bancas de revistas. A Editora Abril foi vendida e passa por maus bocados. Mas e aí, o que está acontecendo?

Umas das situações mais recorrentes que enfrento no meu dia a dia é receber um email dizendo mais ou menos o seguinte:

“André, parabéns pelas suas fotos, elas são lindas! Estamos realizando uma publicação e necessitamos de fotos de café e gostaríamos de saber se você pode enviar a foto em anexo (já baixada do meu site) para publicarmos na nossa revista, ou utilizarmos na feira tal, enfim por aí vai…

” Lá vou eu mais uma vez explicar, que sobrevivo de fotografia, que pago as minhas contas com as minhas fotos e algumas vezes; tenho de ouvir que isso vai me inserir no mercado, etc, etc.

Recentemente, um super fotógrafo, colocou no seu blog, que grandes corporações estão vivendo gratuitamente com milhares de fotos maravilhosas…sim, todos nós fomos enganados e agora? Instagran, Facbook, Flickr. Todos eles atraem pelas suas fotos maravilhosas, mas quem faz essas fotos? E se cada fotógrafo, desde o início, não cedesse nem um pixel para esses sites? Como estariam essas empresas que ganham milhões, tendo um quadro relativamente pequeno de funcionários? E as fotos meu amigo fotógrafo? A sua foto, está dando milhões para o Face book, Instagram, etc.

Por isso, menos! Menos! O certo mesmo, é cada fotógrafo ter o seu PRÓPRIO website.

A história não para aqui: faz anos, já recebemos uma email de uma famosa empresa de tecnologia: (estamos ocultando partes importantes, para não “queimar” o filme)

Prezado 
Boa tarde,
 
Trabalho na – Informática e procuro urgentemente algumas fotos do  –  para ilustrar um conteúdo que vai tratar sobre o Ano Internacional das Florestas e o macaco ———. 
Preciso de fotos que apresentem: 
– OOOOO em geral 
– OOOOO do sul 
-OOOOO do norte 
– Mostrando os macacos cuidando uns dos outros 
– Mostrando o abraço dos OOOOO 
 
Esse conteúdo será publicado nos portais mantidos pela – Informática, e nas personalizações desses portais para as escolas conveniadas, que são comercializados em território nacional, podendo ser comercializados também no exterior, e de acesso restrito a alunos e usuários cadastrados. 
 

Solicito uma autorização em caráter definitivo, para uso das fotos somente neste material, visto que, uma vez publicado, o conteúdo permanecerá à disposição dos usuários permanentemente. 

Caso tenha o seu consentimento no uso das fotos, peço orientação sobre como o crédito deve ser citado e gostaria de enviar um termo de autorização para assinatura. Agradeço muito se puder agilizar a resposta a este contato, pois preciso das imagens até amanhã.

Atenciosamente, 

Gente, essa empresa é um gigante nacional. Olha o nível…para AMANHÃ!!!!  De graça fio….que ABSURDO! Você já andou na Mata Atlântica fechada, na chuva, arriscando todo o seu equipo para NADA!?

Outra grande: Fui convidado para expor em stocolmo na Suécia….mas eles queriam as fotos de graça e ainda argumentaram….a comitiva vai ver as suas fotos (no caso a Presidanta.) ha, ha, !!!!!! Que piada!

São vários pedidos, as vezes por mês, 4 ou 5. Média, de um por semana. O pior é que isso balança a sua cabeça. Você tem de ser duro!

Mas, lendo um blog que gosto muito, saiu uma extensa matéria sobre Grandes empresas na Europa pedindo fotos de graça!  Assustador!!! A cara de pau, chegou as grandes corporações. Faz parte de “política da empresa”.

A matéria se chama:  “The Promise Of Exposure” – a promessa da exposição, você pode ler sobre o assunto aqui.

Outra situação comum e que engana centenas de “fotógrafos” é aquela publicação tipo “Foto da Semana”, ou “Leitor Repórter” ou foto do mês da N….  cara, quanta balela para o EGO. Sempre queremos mostrar as nossas fotos, ok, mas, mais uma vez estamos sustentando uma coluna de graça, enfim a história se repete.

É claro, se você é um bom fotógrafo, que tem uma consistência…uma hora você vai vender o seu trabalho. Com certeza! O mundo precisa de boas fotos. Acredite nisso!

Nesse processo, é importante o fotógrafo se impor e se ele está sendo abordado é porque o seu trabalho está atraindo. Então….não se venda tão barato.

Abraços!

Obs: Um outro texto de um fotógrafo muito bom! Esse cara é fera! Russel ORD. Leia a matéria aqui.

A bela fotografia de John Schwartzman

Após muito tempo sem escrever e me debatendo internamente, resolvi voltar ao BLOG depois de assistir ao filme Walt nos Bastidores de Mary Poppins, que tem como diretor de fotografia John Schwartzman.

Muito bela e de qualidade surpreendente a fotografia de John Schwartzman. É engraçado, mas certos fotógrafos não são valorizados, pois “não estão na moda”, ou não atendem certos requisitos da “comunidade artística”. Esta comunidade, tem uma capacidade da dar opiniões e “taxar” o que É ARTE e o que não é arte de uma forma assustadora. Para mim, estes são os artistas frustrados, que NÃO conseguem exercer o ofício e aí se tornam catedráticos no assunto, críticos de cinema, críticos do não sei o quê e como eles em geral são da “NATA”, da sociedade, então eles simplesmente ditam a regra e elegem sempre os mesmos. O crítico do IMS meteu o pau no filme do Sebastião Salgado, bom… é claro o IMS é típico um dos maiores ditadores de regras artísticas sobre fotografia. Sempre repetindo os mesmos, blá, blá, blá….

Como disse MUITO BEM Avelina Lésper  a arte contemporânea é endogâmica, elitista; com vocação segregacionista, é realizada para sua própria estrutura burocrática, favorecendo apenas às instituições e seus patrocinadores.

Sobre isso digo mais: peguem esses especialistas e digam para eles julgarem estes fotógrafos:  Joe McNallyAndreas Heiniger, Sebastião Salgado, Steve MccurryDu Ribeiro,  e é claro John Schwartzman. Todos eles serão tratados de clichés:

– “Ó MEU DEUS, FALTA ALGO DE …… NELES”!

Infelizmente, os críticos não são capazes de realizar o que estes fotógrafos fazem ou fizeram. Um fotógrafo deve ser analisado pelo seu trabalho LINEAR, não por apenas uma foto ou um ensaio; e é incrível como John Schwartzman é linear neste filme.  Deem a esses críticos de arte uma câmera, um estúdio (com todos os equipamentos de iluminação), um set de filmagem e digam a eles para montarem o set, realizarem a luz da foto, iluminarem os modelos, o produto….Ó SENHORES…MAS ISSO é cliché. Todo mundo faz!

SERÁ?

Parabéns John Schwartzman, pela sua belíssima fotografia e a todos estes mestres da fotografia que com inspiração e esforço iluminam um produto, um set, um estúdio  e estão sempre fazendo arte para CRÍTICOS  ou não.

Acorda BRASIL!

Que tal refletir sobre a nossa forma de jogar?

Que tal refletir sobre a nossa forma de jogar?

 

Sem dúvida nenhuma a derrota de ontem para a Alemanha na copa do mundo foi humilhante, mas vendo esta questão por outro angulo, podemos dizer que a derrota foi apenas um reflexo da sociedade brasileira, da forma como ela está estruturada e organizada. A seleção não tem culpa do ocorrido, foi até muito longe, mas a semelhança com o país é incrível. Como nós brasileiros, podemos acreditar que longos lançamentos para um jogador inexperiente como Bernard iria dar certo e furar a “muralha” alemã? Da mesma forma que acreditamos na solução “passageira” do governo Dilma em resolver o problema da assistência médica brasileira com médicos Cubanos. Como vamos acreditar que um meio-campo fraco, mal estruturado e sem base vai vencer o experiente meio de campo alemão? De mesma forma que acreditamos que um país que não investe em infraestrutura, organização, saneamento básico, educação de verdade e preparação dos seus profissionais. Hoje, infelizmente o brasileiro “sonha” em ser empregado do governo, em passar em concursos e se estabilizar, mas de forma nenhuma isso visa um crescimento do país, mas sim uma segurança individual e particular. O problema é que este sistema e a política paternalista do governo brasileiro com as “bolsas” têm um limite e a mesma população que se beneficia com estes empregos, sustenta estes empregos e aí é onde a bolha estoura, ou seja, para nós mantermos a máquina governamental que pouco faz, mas muito decide, suamos cada vez mais a camisa para pagar os custos absurdos desta máquina.

Assim o Brasil é o país especialista em “quebrar pequenas empresas” e realizar propagandas mentirosas com técnicos que cobram um absurdo para isso. Talvez a nossa derrota tenha sido humilhante, mas quem sabe ela vai ajudar para mostrar que temos de mudar a nossa forma de pensar e agir, além de mudar completamente o nosso objetivo aqui dentro do país. Pois a Alemanha, só não fez mais gols porque controlou a partida. A Alemanha mostrou a organização vinda de um empenho real, de um país que há 50 anos foi destruído pela guerra e o seu povo reergueu uma economia fortíssima e eficiente com qualidade de vida para a maioria da sua população, é claro que este empenho depende não só do governo, mas da forma do seu povo agir e pensar. ACORDA BRASIL!

A capa de chuva para mochila

Naquela semana, peguei uma mochila cargueira emprestada do meu amigo e fotógrafo Diguinho. No quesito preparo físico, vinha, razoavelmente ativo: correndo duas vezes por semana, fazendo longa caminhada pelo meu bairro, indo à pé para o trabalho, na descida, ótimo, mas a volta…que lomba!!! Para um teste, percorri a trilha (que não é fácil) da Lagoinha do leste, em Floripa e me senti muito bem. Tinha 15 dias de prazo para me adaptar com a nova mochila. Radicalizei, enchi a mochila com kilos de arroz, feijão etc. e sai a  caminhar pelo bairro, que é bem íngreme e tem uma longa escadaria. Na minha primeira caminhada começou a chover e logo puxei a capa da mochila e continuei animado, mas sem saber o que vinha pela frente.

 “logo puxei a capa da mochila e continuei animado, mas sem saber o que vinha pela frente.”

Recall na Nikon D600

Na mesma semana, vi no site Nikon Rumors que a Nikon ia se comprometer a arrumar TODAS as D600 com problema de poeira no sensor e como era esse o meu infeliz caso, liguei pra assistência, em São Paulo, eles, se recusaram a pegar a minha câmera porque foi comprada nos EUA. Achei um absurdo e ameaçei de entrar com processo. Daí então, solicitaram a minha câmera para arrumar sem custo. Ótimo! estava chateado e MUITO triste com esse problema. “Parece que a Nikon começa a sair da sua letargia mundial”. Enviei a D600 para arrumar, sem ter prazo de volta. Meu treino, com a mochila era pra participar do CLC (Curso de capacitação para condutores de longo curso). Uma iniciativa do SEBRAE ES no PARMA CAPARAÓ Capixaba e que me predispus a fotografar e participar do curso. Porém agora, estava só com a D700 (2º câmera). Fiz várias reflexões e o fato da D700 não realizar vídeos me deixou um pouco chateado e ainda mais o seu peso… Veio-me a lembrança do que minha amiga Silvinha disse: “André você precisando da minha câmera, é só pedir”, não teve jeito, apesar de não gostar de pedir equipos emprestados, a D600 agora, ia fazer falta. Peguei emprestado e como boa mineira, me deixou bem à vontade dizendo: “Se algo acontecer, não se preocupe, pois acidentes acontecem e isso não é problema. Vai com Deus.” Às vezes fico pensando, que esse povo de Minas não tem igual em despreendimento e que tenho que levar isso para mim, pois sou muito apegado… jamais tomaria uma atitude dessas”.

“Câmera na mão. O que levar… o peso conta. Pensei por dias e tomei a minha decisão:”

D600 com a 24-120 mm Nano e mais as seguintes lentes: Nikon 85 mm, 1.8G, 80-200mm f 2.8, 24 mm f2.8 fixa e mais 5 baterias, microfone, controle remoto para fotos noturnas, 2 filtros polarizadores e mais algumas coisas. Um tripé manfroto com uma cabeça de vídeo e uma cabeça ball. Mais a Cargueira, comida… e muita energia para passar 4 dias e três noites próximo ao Pico da Bandeira, o terceiro mais alto do Brasil. Mas estava muito animado com a nova experiência.

A equipe do CLC caminha entre as nuvens em direção ao nosso primeiro acampamento base.

Subida

“Lá, depois de horas de caminhada cada GRAMA a mais na mochila conta.”

Dia anterior à subida, mostro todo equipamento de subida, pra galera e muitos começam a rir… um dos organizadores, depois de alguns minutos, me chama no canto:

– “Cara, na boa, se fosse você, deixaria no mínimo 50% do seu equipo aqui na pousada. Lá, depois de horas de caminhada cada GRAMA a mais na mochila conta.” Fiquei muito triste: tirar o que?!!! Primeira grande reflexão a 80-200 mm f2.8. Caramba! Justo a lente que MAIS gosto. Versátil, boa para paisagens. Excelente ótica. Respirei fundo e me veio à frase: “cada grama conta”. Ninguém iria carregar para mim o equipo. A galera tinha já distribuído os quatro dias de caminhada e as cargueiras de TODOS estavam estourando. Bom a 24-120…é quase uma 80-200… quase! Todo mundo sabe que a 80-200 é outra linguagem, outra ótica, enfim cortei a 80-200. Ela fica! Cortei o microfone Shotgun da RODE. Só peguei o lapela que é pequenino. Cortei a cabeça BALL e só levei a de vídeo. Deixei a mochila da lowe-pro MICROTREKER que iria levar tudo isso. Encaxei a D600 com a 24-120 na bolsinha amadora da LOWE-PRO, da Silvinha, com as baterias. Ficou faltando a 85mm fixa e a 24mm fixa que me recusei deixá-las. Encaxei elas numa pochete da marca trilhas e rumos, com um par de luvas para protegê-las e coloquei a pochete pendurada na alça da cargueira. A bolsa com a D600 iria a tiracolo pela lateral. Totalmente amador, totalmente despreparado, me sentindo NÚ. Que legal! Quando eu tirava a D600 pra fazer uma foto, a bolsinha tombava de ponta cabeça, por causa do peso das baterias, ou seja, se eu esquecesse dela aberta, apenas uma vez, estava perdido, cairiam e espatifariam num chão, provavelmente de pedra. Chateado comigo mesmo por não ter pensado nisso antes e também pela falta de experiência, apesar de 25 anos de fotografia nas costas. Lógicamente, a preocupação com a  câmera da Silvinha, era muito grande. Ainda bem que a bolsinha tinha uma capinha contra a chuva.

DIA seguinte: Aula de como arrumar a mochila, dada pelo experiente Antônio Calvo, da Aimberê. Ênfase TOTAL em liberar peso:

Nos disse: – Sabem esta capa de chuva da mochila? Eu nem levo, pois só é peso a mais. Essas capas não servem para NADA! Não protegem da chuva forte. Então vocês podem descartar esse peso. Tudo que pesar a mais, vocês podem descartar… Que legal: pensei eu, a capinha da bolsinha Lowepro era a única esperança de segurança e esse cara, na primeira aula me tira mais essa peça intima. NÚ novamente…

Começa a subida. Um dos participantes, Salomão, me ajuda a colocar a pochete prendendo-a na alça lateral da cargueira. Que coisa mais enjambrada. Horrível! Contra os meus princípios de bom virginiano que gosta de segurança e organização. Iniciamos a subida, hora de por em prática o treinamento. No primeiro lance me senti muito bem, mas sabia que ainda tinha quatro dias pela frente. Depois de uma longa e muitas subidas, pelas trilhas do Caparaó, finalmente paramos para almoçar e o merecido descanso. Estamos, a mais ou menos 1900 mil metros de altitude e a primeira chuva forte venvindo no horizonte. Rapidamente guardo a D600 com a 24-1200 na Bolsinha e puxo a capa. Os instrutores, experientes, ensinam a montar um toldo, que era de cor alaranjada, em minutos. Todos se enfiam debaixo rapidamente. A luz, embaixo do toldo é bem ruim e a face das pessoas fica toda laranja, um bom momento para um clique. A galera, responsável pela comida naquele dia, puxa uma mortadela e um pão super pequeno e começa a fazer um sanduíche mirrado. Todo acanhado, tento explicar que sou alérgico a qualquer derivado de porco. -” Sem problemas, o seu vai só com queijo.” Olho para o canivete que está cortando a mortadela e penso nele cortando o queijo e suas consequências. Alguns me olham, como que querendo dizer: -” esse é almofadinha”. Poucas pessoas entendem  uma alergia (penso). Pego o pequeno sanduíche, que não mata nem a primeira lumbriga e saio de banda para ver se tem algum pedaço de mortadela, mas o pessoal foi cuidadoso, não veio contaminado. Após comer o sanduichinho, puxo meu estoque de bolacha e castanhas e devora no primeiro dia. Com a chuva forte, começo a pensar nos profissionais, com suas D4, realizando os seus cliques em plena chuva torrencial e eu ali cuidando do equipo como se fosse um bebê. Sinceramente, ou você bota pra quebrar e faz fotos diferenciadas, ou foto, na zona de conforto é só foto clichê. Tentei me recompor e pensar que ainda havia muita água para rolar e a câmera não era minha, por isso tinha de me controlar e cuidá-la BEM.

Final do dia. Depois de quase chegar ao pico da Bandeira, já no final da tarde chegamos ao nosso primeiro acampamento. O vento sul estava forte anunciando uma frente fria. As nuvens em cima do Pico do Cristal passavam rapidamente levantando uma crista e só se ouvia o panejar das barracas sendo seguradas com força para não saírem voando pelo abismo abaixo. A luz era belíssima e tive de virar as costas para meu companheiro de barraca, Lelê, que me disse: Dedé vai fotografar que eu me viro aqui. Pode deixar. Essa é a vantagem de ter uma pessoa a seu lado que manja muito de filmagem e sabe que luz boa não se perde. Escureceu a na nossa pequena barraca ajeitei o Equipo e aquela pochete com as duas lentes eu tinha que ficar cuidando o tempo todo. Cara! QUANTO AMADORISMO!

Ricardo, levantando após uma noite de bivaque.

Ricardo, levantando após uma noite de bivaque.

Fomos para janta. O pessoal já tinha montado o Bivaque. Fiquei refletindo, pois não tinha colaborado em nada. Será que o pessoal vai entender que o final do dia é a hora GOLD de se fotografar e que um fotógrafo JAMAIS pode perder essa luz? Será que eles entendem a minha preocupação com as lentes, equipamentos baterias? Ajeito-me em baixo do bivaque e a CHUVA cai com força! Caramba! De novo! Não vim preparado para isso! O equipo estava na barraca. Será que estava bem guardado? Será que não estava encostado na lateral? O papo começa a rolar. Sai a primeira sopa e bem quente ela me revitaliza e por alguns momentos não sinto o meu pé latejar e nem a dor de estar todo encurvado sobre a pedra.

Finalmente fomos dormir e a chuva voltou a cair. Fiquei pensando na aula dada sobre como proteger a roupa e o saco de dormir na mochila. Já pensou dormir no molhado a 2400 mts de altitude com um vento que parece que fazer tudo voar… dormi.

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O sol nasce no cume do Pico do Cristal

Abro os olhos a chuva parou e já penso na luz rapidamente saio da barraca e vejo a céu azul e o clima bem frio. UAU! Já estou atrasado. Pego o equipo da bolsinha e pochete. O tripé está do lado de fora todo molhado e saio a fotografar. Visual incrível. Mas a pochete ficou molhada… e assim se passaram quatro dias nas montanhas mais altas do Brasil. Por um lado cenas incríveis, por outro lado eu controlando a segurança de um equipamento completamente mal gerenciado e mal embalado. Teve um dia que montei mal a minha mochila com o meu tripé e lei dois escorregões, que quase caí. Finalmente passei o tripé para um nobre amigo que se dispôs a carrega-lo.

Momentos de beleza na natureza

Momentos de beleza na natureza

Sem dúvida nenhuma, me senti nú durante essa travessia e aprendi o quanto é importante o planejamento de toda a sua carga e que o equipamento deve estar super protegido e de fácil acesso ao mesmo tempo. Além de tudo, percebi que a natureza é capaz de mostrar as nossas maiores fraquezas, nossos maiores defeitos afloram nestes momentos de tensão e que sempre a montanha vai ser um teste psicológico. Isso é maravilhoso.

Pico da Bandeira, visto do pico do Calçado

Pico da Bandeira, visto do pico do Calçado

Agradeço a todos que me ajudaram e a todos do curso que, por bem ou por mal, trabalharam por mim em momentos que não era possível dividir duas funções. A fotografia e a culinária por exemplo. A experiência foi única e também aqui ficam os meus agradecimentos ao Humberto e António Calvo da Aimberê e a Kelly do Sebrae.

A imponência do Caparaó

A imponência do Caparaó

Até a próxima.

André

 

 

 

Panoramas

Por que fotografar Panoramas?

Para mim, as panoramas dão a verdadeira sensação de amplitude quando vemos uma bela paisagem. Uma foto simplesmente não reflete aquilo que sentimos no momento e a panorama talvez mostre melhor a vista diante dos nossos olhos. Por isso estão sempre realizando panoramas e se você gosta pode olhar aqui.

Bariloche contém muitos belos lagos nos seus arredores.

Metralhar

Com o advento da digital aumentou a tendencia do que eu chamo de “metralhar. “Metralhar” significa na fotografia, o ato de tirar muitas fotos; sem critério, sem reflexão e acabar criando um monte de lixo. Sem dúvida, hoje a quantidade de “lixo” é enorme, até pela facilidade que o mundo digital permite. Como exemplo, cito uma situação vivenciada já por muitas pessoas, mas que é comum. Você está andando na rua com pressa e encontra um amigo, numa conversa rápida ele rapidamente puxa o seu smartphone e diz: olha essas fotos das minhas férias: você já pensa “caramba” lá vem um milhão da fotos. Não dá outra, ele começa a passar com o dedinho, tem foto do abajur do hotel, da privada, da cama, do mar, da areia, tudo mais ou menos mal enquadrado, sem nenhum critério e ele achando o máximo e você ali pensando no banco que vai fechar….típico “metralhar”. O que antes era um privilégio hoje virou “carne de vaca”.

Mas o metralhar está se espalhando entre “profissionais”…e clientes exigem também muitas fotos. Eles não querem qualidade eles querem quantidade…”metralhar” também existe nas fotos de esporte, surf e muito com as aves. Ganha que tem a melhor câmera, a melhor tele, mas de criatividade NADA! O que importa é o bicho bem enquadrado e nítido  e que ele seja raro! Nada novo no front, foto de SURF, viu uma, viu TODAS. Cara! Sai um pouco da manobra. Reflete ao chegar na set. Casamento então…tem aquele padrão.

Mas a vida é assim, se destaca quem pensa, quem se questiona e procura realizar algo novo e diferente. CHEGA de metralhar!

Vista da janela do CEAD

 

Estudo sobre a velocidade do obturador

Num workshop realizado este final de semana em Viçosa no hotel Vivant e na UFV, realizei uma aula prática com o objetivo de esclarecer o assunto da velocidade do obturador.

Com um ciclista vindo na nossa direção, os alunos basicamente tinham de fotografar no Modo Prioridade de Velocidade (S-p/ Nikon e TV- p/Canon) e escolher duas velocidades; 1/125 de segundo e 1/250 de segundo. Também realizamos uma variação com o ciclista passando perpendicularmente a câmera com as mesmas velocidades para sentirmos a diferença.

Vejamos os resultados:

Ciclista vindo em direção ao fotógrafo registrado com a velocidade 1/125 de segundo. O resultado está muito bom, mas no detalhe podemos perceber que a nitidez não é 100%. Foto Alessandra Reis

 

Foto feita pelo Derli. Velocidade 1/125. Vejam que está um pouco tremido.

Já com a velocidade 1/250 a foto ficou mais nítida, mesmo que um pouco de lado. Foto Derli.

Nina fez a foto na velocidade 1/125. Vejam que no detalhe não está bem nítida.

Já com a velocidade mais alta 1/250 a foto ficou bem mais nítida. Foto Nina

Oswaldo, fez a foto com a velocidade 1/250 ficar bem nítida.

Silvinha fez essa foto com a velocidade 1/125 e podemos notar que ela não ficou tão nítida.

Zé Paulo fez essa foto com uma compacta. escolhendo a velocidade 1/250. Mesmo com diferença de cor podemos notar que a foto ficou nítida.

Essa foi a minha foto feita com a velocidade 1/250. A foto ficou bem nítida. Aí a qualidade da lente conta também pois a minha lente é Nano cristal

Depois realizamos fotos com a velocidade 1/125 com o ciclista passando perpendicularmente a foto. Nota-se que aí a velocidade 1/125 não foi o suficiente para realizar uma boa foto. Foto Derli

No caso, eu fiz a mesma foto com a mesma velocidade. 1/125. A foto ficou boa, mas aí eu usei a técnica de acompanhar o objeto (panning) não conhecida pelos meus alunos. Ou seja 1/125 é uma velocidade muito arriscada para esse tipo de foto.

Podemos concluir com os diversos exemplos que a escolha correta da velocidade do obturador é fundamental para obter uma fotografia nítida e é o primeiro passo a ser compreendido no controle da exposição.

Todas as fotos não foram tratadas. Agradeço o empenho e a participação de todos os alunos e até o próximo curso.

Abraço

André

Livro café da matas de Minas

Livro de fotografias café das matas de Minas, publicado em 2013. Edição 1000 exemplares. ESGOTADO

 

O livro Café das matas de Minas agora está disponível para ser visto online.

É só clicar aqui.

Neste livro sobre o nosso saboroso café, André homenageia e dignifica a cafeicultura e os cafeicultores brasileiros. Em suas fotos, André conseguiu captar a alma do café das matas de Minas: a floresta, a montanha, o céu muito azul, a casa da roça, o fogão a lenha, a lavoura, a florada, o terreiro, a charrete e o dia a dia das pessoas que produzem o bom café.

Ney S. Sakiyama
Professor de Cafeicultura
Universidade Federal de Viçosa

 

2013 o que foi interessante para mim. O que não foi…

Mais um ano se passou muito rápido, talvez devido a enorme quantidade de trabalho realizado principalmente no estúdio onde trabalho com a minha esposa, Nina. Para mim, este foi um ano produtivo, muito produtivo e sinceramente estou um pouco receoso de 2014, pois sendo um ano eleitoral e também de copa do mundo, não acredito num ano tão produtivo como 2014. Mas vejam o que aconteceu em 2013 que achei interessante:

Sem dúvida, para mim, o grande acontecimento do ano foi o lançamento do meu primeiro livro de fotografias; “O café das matas de Minas”.

O livro conta a historia por meio de fotografias do nosso saboroso café e dignifica a cafeicultura e os cafeicultores brasileiros. As fotos, mostram dia a dia das pessoas que produzem o bom café.  O café das matas de Minas é produzido em região de Mata Atlântica, em mais de 36 mil propriedades, nas montanhas de 63 municípios do leste mineiro. Aqui, o café é o maior gerador de empregos no meio rural. A maior parte das propriedades é pequena e a agricultura familiar é predominante. Essa região, responsável pela produção de aproximadamente um quarto do café do estado, é muito importante para a cafeicultura brasileira, já que Minas produz a metade do café do Brasil, o maior produtor mundial.

O lançamento do livro foi em setembro, na biblioteca central da Universidade Federal de Viçosa e contou com a presença de cafeicultores, produtores, professores e artistas. A tiragem do livro foi de 1000 exemplares e o livro foi patrocinado pelo Ministério da Cultura (Lei Rouanet) e a empresa Syngenta.

O livro tem sido um sucesso e recebemos muito emails e comentários da importância do livro para o meio rural e o Café das matas de Minas.

Algumas fotos do livro e do lançamento:

Professor Gumercindo Souza Lima, Pró-reitor de extensão e Cultura da UFV fala sobre a importância do livro

Edson e Ivone, (produtores) eu e Jucimar da Syngenta

 

Nina, Vanina, Kléos, Amaury Rocha e José Geraldo

 

Amigos e clientes estiveram presentes

 

A direita Clayton Barroso da Fazenda Ninho da Águia. Uns dos melhores cafés das matas de Minas

Muitas dedicatórias foram feitas aos que compareceram no evento.

 

 

Mudando de saco para mala, este ano eu adquiri um novo corpo de Câmera, a Nikon D600. Muitos sabem que esta câmera veio com um RECALL, ou seja, veio defeituosa, mas a NIKON não deu a mínima para este problema, praticamente mostrando que a empresa pensa mais no seu próprio umbigo que nos fotógrafos profissionais que a sustentam.

O problema detectado foi que a câmera estava espalhando óleo no sensor, deixando assim várias pontos de sujeira nas fotos e uma simples limpeza comum, não resolvia o problema.

Este foi um ponto MUITO negativo da Nikon. Após assumir o erro de forma ridícula, dizendo que os fotógrafos deviam limpar os sensores, ela lançou a D610 para “amenizar” o problema, mas deu um outo tiro no pé, pois LOTOU os estoques de quem tinha comprado a D600 e desvalorizou totalmente a D600. Enfim….o que ela deveria ter feito e não fez, era SUBSTITUIR de graça as câmeras defeituosas…mas como tem gente, como o “tonto” do Ken Rockwell, que diz que, isso de sujeira no sensor é um exagero, nada foi feito.Exagero é porque ele, Ken Rockwell não comprou uma câmera defeituosa como foi o meu caso. Com a câmera defeituosa, tive de aprender “na MARRA” a limpar sensores de câmera. Assunto delicado e perigoso que requer prática e um equipamento especial de limpeza que não é nada barato.

A D600 como câmera, tirando a sujeira no sensor é boa. Muito boa mesmo! Só não é ótima pelo auto-focus central com uma área muito pequena. Enfim, nota 6,5 para a D600.  Fiquei com tanta raiva da Nikon, que se eu fosse um cara rico eu trocava TUDO por Canon. Mas como não é o caso e tenho muitas lentes da Nikon, tive de engolir o “sapo” assim como muitos fotógrafos.

 

D600. Câmera da Nikon que veio com problema de sujeira no sensor.

 

Algo muito interessante! Foi uma lente que eu comprei e  quando essa lente chegou e eu comecei a fotografar com ela e virou uma VEDETE. A nova 85 f 1.8 G.

85mm f /1.8 g superou todas as minhas lentes até o momento

Apesar, dos inúmeros reviews falando bem desta lente eu não imaginava uma qualidade tão grande. Eu gostei tanto desta lente que quando fiz uma viagem para o Chile em outubro deste ano praticamente usei ela o tempo todo. Hoje em dia as pessoas não gostam muito de lentes fixas, mas não dá para comparar, assim como as zoons melhoram, as fixas também e a qualidade desta lente, bota qualquer zoom no bolso.  Algumas fotos abaixo. Você pode ler um review interessante dela aqui:

Vulcão Villarrica no final de tarde. Chile

Novelos de lã em Villarrica. Chile

Para retratos a 85mm é imbatível!

Essa lente é um estouro! Valeu a pena MESMO!

 

Outro acontecimento muito legal que veio a contribuir para fotografia mundial foi o livro e a exposição do Fotógrafo Sebastião Salgado, Gêneses. Eu ganhei o livro e fui na exposição no SESC Benzinho em São Paulo. O trabalho está um arraso e as fotos do Salgado são de tirar o fôlego. Uma única crítica (se tenho moral para criticar o Salgado) é que tanto o livro, quanto a expo está um pouco “OVER”. Muitas fotos, algumas sinceramente achei desnecessário, como por exemplo aquelas páginas que tem várias fotos pequenas no livro, acho isso desnecessário. Muita informação visual. Achei a expo também um pouco OVER. Dos trabalhos, o que mais gostei foi os dos Nenets, Antartica e dos índios brasileiros e da indonésia. Super wild. A parte da africa para mim está muito batida. Já vi vários trabalhos da Botswana por vários fotógrafos famosos como Frans Lanting, Mitsuaki Iwago, etc. O delta do Okavango é um lugar batido demais para quem é fotógrafo de natureza. Não concordo que ele nunca foi tocado pelo ser humano, mas tudo bem….vamos dar esse desconto. Na realidade o trabalho do Salgado como fotógrafo de natureza e paisagem para mim foi normal. Acho que qualquer fotógrafo de peso, nas mesmas condições e com as mesmas oportunidades faria igual ou melhor. Se o Luciano Candisani ou o Fábio Colombini ou O Zig Koch tivessem a mesma oportunidade acho que eles fariam igual ou melhor. Mas no quesito retratos é onde o “Tião” se destaca. Aí o bicho pega! Aí eu considero ele um mestre. Talvez um dos melhores do mundo. Algumas fotos me vem a mente nesse momento e essas fotos são sensacionais, por exemplo:

  1. Uma foto acho que é da parte da Etiópia. Um andarilho com um cajado e uma criança do lado, ao fundo um vale imenso onde a luz penetra em raios….ESSA ESTÁ DEMAIS!
  2. Um senhor sai de sua casa de pedra e duas pessoas o observam ele pelo caminho. Essa foto tem um movimento INCRÍVEL! Caramba! Lindo!
  3. Dois retratos de Nenets dentro da tenda. Luz fantástica. Uma moça com o seu capuz de pele e uma senhora de idade.
  4. Habitantes da tribo na Indonésia olhando para câmera e a bruma entre eles
  5. Aquela sequencia “estúdio” dos índios brasileiros

Enfim, nos retratos Sebastião transcende a fotografia.

 


 

 

O início de muita coisa

Semana passada me reuni em São Paulo com amigos de infância. Foi um momento muito agradável na casa de um velho amigo Fran. Lembramos dos velhos tempos e demos boas risadas. Fernando, irmão do Fran levou um álbum de fotografia de uma viagem que realizamos para o Sul do Brasil em 1987. Comentamos e por incrível que pareça, todos nós, tivemos esta viagem como um “divisor de águas’ nas nossas vidas, no meu caso em especial foi esta viagem responsável pela minha saída de São Paulo, já que um ano depois fui morar em Santa Catarina. Também ali se consolidou na minha mente que deveria escolher a profissão de fotógrafo. Antes dessa viagem rebobinei (10 filmes) e fiz um registro integral, na volta imprimi contatos e meus amigos montaram seus álbuns. Após 26 anos as fotos estavam lá. Foi muito legal ver isso! Gostaria de agradecer ao Fran e a sua família, sua esposa Reca e suas queridas filhas por nos receberem tão bem.

Abaixo coloco algumas das fotos da viagem:

Saímos de São Paulo sem saber o que vinha pela frente. Rodrigão ouvindo seu walkman (coqueluche na época), destino: Floripa, Farol de Santa Marta, Garopaba, Guarda do Embaú e Ilha do mel.

 

Chegar em Floripa foi um choque cultural, em pleno OP PRO (campeonato de surf). Ao passar o morro da lagoa vi aquele local e me apaixonei.

Fê e Rodrigão curtindo a Joaquina cheio de hipoglós no rosto

Divisão de local foi tirada na sorte. Dois ficariam na barraca e dois iriam para o Paraíso!….uma casa de amigas de uma família amiga que liberou espaço para dois. Catan e Rodrigão perderam e ficaram na barraca, mas não perderam o alto astral!

A viagem continua….depois de dias em Floripa já éramos outros; na foto aguardando o “Farofinha”, pois era o único que aceitava as pranchas. Foto: Alexandre Catan (com 15 anos apenas), hoje Catan é um grande fotógrafo publicitário de São Paulo.

Pranchas no busão….destino Farol de Santa Marta, janeiro de 1987!

Rodrigão sempre cool….lendo o jornal na rodoviária de floripa. Rodrigão hoje é médico Otorrino e opera no Albert Einstein em São Paulo.

Chegada em Laguna e a primeira grande discussão da viagem: o mais velho (eu no caso) propôs irmos a pé e de carona até o farol de Santa Marta, pois ônibus só no dia seguinte. Proposta veementemente negada por todos os rapazes…”eu estava completamente sem noção”. Acampamos num local perto da rodô.

No dia seguinte, pegamos a balsa para o Farol de Santa Marta. Fêr, Rodrigão e Catan.

No bus para o farol com as pranchas e tudo mais

Catan simplesmente maravilhado com o “astral” do Farol. Ficamos num camping com esta vista. Só nós e uns catarinas.

Visual do camping antes do Surf…muito surf!

 

Nascer do sol no Farol de Santa Marta. Câmera Penthax sphotomatic

Catan dando uma de árabe nas dunas do farol

Eu comendo, mas sempre com a câmera na mão…

Rodrigão num visual incrível do Farol

 

Silhuetas

Catan puxando a pranchinha de descer as dunas…na época era o que tinha

 

Próxima parada: Garopaba! Catan descansando e olhando o visual da praia vda Silveira.

Silveira estava pequeno, mas surfável…vários dias aproveitamos…sozinhos!!!!

Catan virando de backside

Eu tentando o impossível no inside….

 

Fê virando de backside

Esperando carona para Guarda do Embaú.

Visual maravilhoso da Guarda no final de tarde

Os tipinhos da Guarda….eles vendiam as deliciosa bananinhas (pastel de banana)

A carona para Guarda do Embaú foi num caminhão de material de construção que ia levar material para a ÚNICA pousadinha (eram quartos) da região. A pousada do Braulino. Lá chegamos e ficamos…11 dias!!!

Galera na Pousada do Braulino

Na Guarda tudo mudou…rolou ALTAS ondas!!! Esquerdas inesquecíveis. Jamais vou esquecer de ver Almir Salazar entubando profundo na onda mais perfeita que vi na vida…desculpa Noronha, mas em termos de perfeição…a Guarda daquela época era DEMAIS!!!

Visuais tremendos depois de um dia perfeito de muito surf!

Atravessando o rio Embaú.

Foi muito bom rever os amigos e ver old moments e cliks antigos de 26 anos atrás!

A galera reunida 26 anos depois.

Fran, Reca e suas lindas filhas!

Reca e as filhas!

Aos amigos um grande abraço!

André

 

Vijazz festival 2013

 

Entre 30 e 1 de setembro,  Viçosa viveu cultura. Com vários músicos estrangeiros e revelações nacionais o Vijazz, como sempre, surpreendeu. A qualidade da organização, som e o nível excelente dos artistas, mostrou que o Vijazz não é um festival qualquer. O Vijazz é feito por profissionais que entendem de música, organização e som. O clima da cidade foi um clima de reencontro, amizade e confraternização. O povo viçosense encanta pela sua receptividade, carinho e amizade para com os músicos e todos que trabalharam no evento. Eu como fotógrafo, me senti honrado de fotografar o evento. Muitos outros fotógrafos já vem acompanhando o Vijazz a mais tempo e realizam um trabalho fantástico e muito sensível: eles são José Lino Neto, Reyner Araújo, Luiz Dias e Luciano…outros fotógrafos também estavam ali e foi um momento cultural também na fotografia, onde todo mundo se respeitou e aproveitou as cenas maravilhosas proporcionadas pelo músicos e pelo público.

Por isso Parabéns Viçosa! Parabéns a equipe do Vijazz! Parabéns Amaury, Luizinho, Vanina, Serginho e a todos que fizeram este evento acontecer! Que ele volte a se repetir.

Aproveitei montar um pequeno estúdio nos camarins e realizar alguns retratos dos músicos. Aí vai.

Peter Madcat

Caso você queira ver todos os retratos realizados por favor clique aqui.

Abç André

Manhãs frias

Este ano em especial, o frio tem castigado os viçosenses. Com manhãs muito frias e com neblinas não dá vontade de pular da cama cedinho para trabalhar. As “bandeiras” tem ficado vazias de corredores e esportistas que estão preferindo os horários mais quentes.

Neblina pela manhã, nas “bandeiras” da UFV

Estância Gourmet

Realizei na semana passada um serviço para o Restaurante Estância Gourmet localizado no Alto Caparaó em Minas Gerais. Com pratos finos e premiados em concursos mineiros o Estância tem uma localização e ambiente invejável. Fiz still da vários pratos. Este abaixo é um steak de filé mignon com um talharin verde.

Hotel Alfa Viçosa

O novo site do Alfa Hotel de Viçosa está no ar. As fotos das acomodações e interiores foram todas feitas por mim. O site ficou mais clean e moderno. Agora cada acomodação pode ser vista em detalhes através das fotos. No hotel, já se hospedaram várias celebridades, entre elas, o LULA e agora vão hospedar a IVETE SANGALO.

Foto usada na abertura do site, feita por minha pessoa

Rádio Montanhesa, Viçosa. Prestando serviços à comunidade

Paulinho Brasilia apresentador do programa “Cidade Alerta”

Sempre fui e ainda sou um grande ouvidor de rádios. Hoje com a internet ouvir rádio se tornou mais fácil ainda. Pode-se ouvir a rádio até um smartphones com uma qualidade muito grande.

A eficiência das rádios na minha opinião são indiscutíveis devido a rapidez em que corre a informação.

Ontem tive a infelicidade de perder meu documento do carro e minha CNH. Desesperado rodei o circuíto na rua por 4 vezes, pois foi perto da onde trabalho, além de ir em todas as lojas e comércios da área perguntando se ninguém tinha entregado…fui dormir com aquela dor no peito e preocupação de refazer os docs, etc.

No dia seguinte cedo, deixei recado nas principais rádios de Viçosa e inclusive na Rádio Montanhesa e fui fazer um BO. Após 2 horas, a pessoa que achou o documento entregou na Rádio Montanhesa e o Paulinho Brasília me ligou.

Agradeço sinceramente ao cidadão viçosense por tomar esta atitude tão correta; a Rádio Montanhesa e ao Paulinho Brasilia por me atenderem tão bem na rádio e prestarem esse serviço para comunidade. Agradeço também a Polícia Militar por me atender muito bem em Viçosa.

Obrigado a todos e segue o barco…

 

André

Formatura UFV 2013 Garçons do Buffet Parthenon

Realizando um trabalho para o Buffet Parthenon em Viçosa fotografei cerca de 200 garçons numa única foto (não contei todos), além de fotografar várias equipes e várias mesas temáticas. A fotos foram realizadas com a Nikon D600 que me surpreendeu positivamente. Na maioria das fotos utilizei o ISO 2000 e um flash slave com um assistente segurando.

As dificuldades de fotografar este evento são muitas, entre elas: ambiente tumultuado, (muita gente cruza no fundo da foto), a rapidez (não se pode demorar na produção) e o curto espaço de tempo entre as mesas ficarem prontas e a entrada dos convidados. (cerca de 10 minutos excetuando-se a mesa de frios). A D600 respondeu de forma muito positiva, pois tive de fazer a maioria das fotos na mão. Somente em poucas ocasiões utilizei o tripé.

Agradeço ao Buffet Parthenon pela oportunidade e a todas as pessoas que colaboraram.

Igor, Cristiano e Rhayssa

Seção para book do Igor com uma Luz especial!

 

Circuito Serras de Minas

Abertura do site do Circuito com uma Cachoeira em Araponga-MG

Faz algum tempo realizei as fotos para o cicuito Serras de Minas, composto por dez cidades da Região da Zona da Mata mineira: Acaica, Araponga, Canaã, Dom Silvério, Guaraciaba, Paula Cândido, Rio Doce, Ubá, Viçosa, São Geraldo, Barra Longa, São Miguel do Anta.

Na minha opinião a região mais bonita é a de Araponga, com suas montanhas e vales. Todas as prefeituras me receberam muito bem e as fotos estão AQUI!

Sucesso para todos as cidades no turismo e na sua administração.

Print Maravilhoso

Seguidamente tenho feito trabalhos de FINE ART para os meus clientes de Viçosa. Apesar de muitos não saberem o que envolve uma impressão FINE ART. Praticamente o conceito de FINE ART é o que chamamos de GERENCIAMENTO DE COR. O gerenciamento de cor consiste no controle da cor, desde o momento em que a foto foi registrada até o final da impressão. Neste processo temos a correta calibração do Balanço dos Brancos e da cores da câmera através do color chequer e depois o monitor calibrado juntamente com a impressão perfilada onde aplicamos o ICC correto do papel e da impressora no print final. Os resultados tem sido muito surpreendentes e os clientes tem adorado.

Neste momentos é que este provérbio se torna interessante:

VOCÊ ACORDA ANTES DO SOL NASCER

DIRIGE KILOMETROS ATÉ O LOCAL PERFEITO

FAZ O FOTOMETRAGEM DA LUZ

ACERTA O DIAFRAGMA

ENCONTRA O ANGULO CORRETO

ESPERA PELO MOMENTO

PRENDE A RESPIRAÇÃO

FAZ A FOTO

BAIXA A FOTO

TRATA A IMAGEM

METICULOSAMENTE ACERTA O BRILHO, CONTRASTE E A SATURAÇÃO

E DEPOIS…POR QUE VOCÊ IMPRIME COM QUALQUER UM?

 

Foto feita por André Berlinck e impressa em impressora FINE ART com ICC de cores aplicado em todas as etapas.

 

FOTO PUBLICADA NA RUNNER´S WORLD edição jan 2013

 

 

 

 

 

 

 

Foi com muita satisfação que recebi o convite do Editor de Arte da Revista Runner´s Word da editora Abril. Carlos me enviou um e mail e de maneira muito educada me contratou para realizar uma sessão de fotos com o super maratonista Rodrigo Souza Magno, que reside em Muriaé – MG. Rodrigo tem sido um dos únicos brasileiros a correr as provas de super maratonas como  SAHARA RACE de 250km.

Realizamos as fotos numa área rural muito bonita perto de Muriaé num dia quente e ensolarado, suamos bastante junto com o Rodrigo que segundo ele:

“-Hoje, não vou precisar treinar”

Rodrigo e as garças ao fundo

 

 

 

 

 

 

Retrato

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Subindo a ladeira

 

 

Realizamos as fotos numa área rural muito bonita perto de Muriaé num dia quente e ensolarado, suamos bastante junto com o Rodrigo que segundo ele:

Após enviar as fotos para o editor ele me respondeu:

André, tudo bom?

As fotos ficaram muito boas! Pena que tenho tão pouco espaço!

É sempre uma satisfação ouvir uma reposta assim de um editor da Abril.

Abç

André

Campanha publicitária Academia Via Campus e a nova D600

Estou trabalhando numa campanha de fotos para Academia Via Campus Club com a nova D600. Analisando o resultado fiquei muito  impressionado com a rapidez, dyamic range e ISO alto da D600. Ela é cerca de 30% mais rápida que a D700!!! Além de ser menor e mais leve! Também o ISO alto é melhor que a D700. Muito boa câmera!

D600 com o ISO 2000. Praticamente imperceptível.

A música de Johann Sebastian Bach

A música de Johann Sebastian Bach não é para se comentar, não me dou esse direito, mas acredito que essa música genial e celestial está muito presente na vida de todos nós e na minha vida em particular. Bach com todo sua simplicidade e complexidade, inspira, move, e anima a minha alma no meu dia a dia.

Obrigado BACH! Pela sua genialidade!

Retrato de Bach

Arte em Detalhe, fotografias de José Lino Neto

 

 

 

 

 

Os detalhes nem sempre deixam explícitos os motivos principais, mas dizem por aí que na realidade o todo é composto pelos detalhes e por isso, os detalhes em si são mais importantes que os motivos principais. A exposição do Fotógrafo e amigo José Lino Neto mostra justamente isso. Sem pretensões, sem artefatos, mas com extrema competência, Lino nos prova mais uma vez que os detalhes tem fundamental importância seja na Arte, seja na Fotografia, seja na Vida.

Imperdível a exposição está no novo restaurante Cedrus em cima do Amantino.

Lino, na abertura da exposição no Cédrus

 

 

 

 

 

 

Turma da fotografia: esq.p/ dir. – Chico, Maycon, Luti, André, Lino, Reyner, Márcio

D600 lançada HOJE

A Nikon D600 Nova HDSLR

A Nikon acaba de anunciar a D600 , a sua mais compacta DSLR full-frame, com um sensor CMOS de 24,3 megapixels , e o EXPEED 3 sistema de processamento de imagem, ISO de até 25600 e  disparos contínuos de até 5,5 frames por segundo na sua resolução total. Além da qualidade de imagem, a D600 também possui a capacidade de compartilhar suas imagens sem fio com o opcional Adaptador Wireless WU 1b-Mobile . Esta câmera faz a ponte entre a profissional de nível DSLRs .

FX-Formato 24,3 Megapixel CMOS Sensor e EXPEED 3 Processador de Imagem

A D600 tem um sensor de imagem de full frame que é alimentado por um sistema de processamento. Essa combinação só coloca o D600 em uma posição única, permitindo que ele atingir imagens da mais alta qualidade e nitidez. Um sensor FX porte permite uma maior captura de nuances e detalhes minutos em uma cena e permite mais controle sobre o plano de foco. Além disso, ele processa imagens com maior profundidade visual e gradações entre os tons.

Este sensor é adequadamente combinado com um sistema de processamento EXPEED imagem 3, o qual, junto com à velocidade em toda a plataforma, também contribui para aumentar a sensibilidade em até ISO 25600.  A d600 também suporta em vídeo Full HD gravação de até 1920 x 1080p a 30 fps e em 720p em até 60fps.

 

 

A d600 também tem Compatibilidade sem fio com o adptadorWU-1b, que deve ser comprado a parte.

íon após o

Pixels efetivos 24.3MP
Tamanho da imagem (pixels) FX (36 x 24) 
L: 6016 x 4016 
M: 4512 x 3008 
S: 3008 x 2008 DX (24 x 16) L: 3936 x 2624 M: 2944 x 1968 S: 3008 x 1688
Sensor de Imagem FX-formato 35,9 x 24 milímetros sensor CMOS
Processador de Imagem EXPEED 3
Formato de arquivo NEF (RAW) de 12 ou 14 bits comprimido, JPEG (Fine, Normal, Basic), JPEG + NEF (RAW)
Formato do filme 1920 x 1080/30p, 25p, 24p 
1280 x 720/60p, 50p, 30p, 25p
Formato de arquivo de filme MOV
Compressão de vídeo H.264/MPEG-4 AVC
Sensibilidade ISO ISO 100-6400 em 1/3, 1/2, ou 1 passos (expansível a ISO 50-25600)
Sistema de Medição de Exposição 2016-pixel RGB 3D Color Matrix Metering II (lentes tipo G e D); Matriz de Cor Metering II (outras lentes CPU)
Medição tipos de exposição Central ponderada, Spot
Taxa de disparo contínuo Até 5,5 fps (resolução máxima)
Disparo do obturador Lag 0,052 seg
Sistema Autofoco 39 pontos com 9 pontos de tipo cruzado e 7 pontos centrais
Monitor LCD 3,2 “/ 8,1 centímetros 921K-dot VGA TFT (170 ° de ângulo de visão, cobertura de quadro de 100%, controle de brilho automático)
Tipo de armazenamento de mídia 2 x SD / SDHC / SDXC
Montagem de Lente Nikon F-mount
Dimensões Não especificado pelo fabricante
Peso 1,6 £ / 725,75 g

A d600 vai custar cerca de 2300 dólares nos EUA (com imposto) e vai estar a disposição a partir de setembro. Eis aí uma câmera que vai ser um SUCESSO! Sem dúvida! Veio para ficar!

Mais notícias em breve!

Abç

 

André

Adeus D700

A Nikon D700 saiu de linha esta semana. Com a eminência da da D600 a guerreira da Nikon foi “descontinuada” e saiu da amostra no site internacional da Nikon.

Uma câmera excelente e que ainda vai dar muito o que falar. Quem tem sabe!

 

Fotografia Digital

Essa é a tremenda REALIDADE!

Um repórter perguntou ao Sebastião Salgado

Com a popularização das digitais, mudou a relação da sociedade com a imagem?
Nada. Absolutamente nada. O número de fotógrafos não aumentou, não melhorou e não piorou. Você só mudou a base, exclusivamente a base. O problema é de sensibilidade e identificação com a profissão, de saber se é fotógrafo ou não.

83ª Semana do Fazendeiro – Exposição de Fotografias

 

 

 

 

 

 

 

 

O movimento da grua eleva o fotógrafo, permitindo a visão de um plano livre da distorção produzida pela objetiva grande-angular. Quando o observador sobe, a tendência é equalizar o plano. Por isso, no cinema, tantos planos de cidades, ruas e edificações utilizam a grua, um tipo de guindaste com plataforma que suspende a câmera e seu operador.

Nesta exposição, a ideia foi elevar o fotógrafo a um plano paralelo aos edifícios da UFV, evitando assim a distorção produzida pela lente quando a câmera se encontra no nível do chão.

Essa visão do alto, esse novo olhar sobre os edifícios, só foi possível graças ao apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PEC) e da Divisão de Assuntos Culturais (DAC). E também graças ao empenho dos funcionários da Divisão de Energia, que transportaram grua e fotógrafo pelo campus no caminhão Munck.

À Nina, minha esposa, agradeço o apoio de sempre. Espero que estas imagens contribuam para registrar o importante acervo histórico representado pelas edificações da UFV, que refletem diferentes estilos e tendências, característicos de várias décadas da arquitetura brasileira.

Espero você lá!

Abç

 

André

 

Foto da Semana

Soft focus a la Hamilton

 

 

 

 

 

 

Sempre acabo me surpreendendo com duas lentes: a 105mm e a 80-200 ED. Não é a 70-200 VR, não, é a 80-200 ED. Optei por ela faz alguns anos e sinceramente….não necessito da 70-200, pelo menos por enquanto. Show de lente essa 80-200!

Qual é a sua Câmera

Como recebo mais ou menos quatro consultas por semana, seja por email ou por telefone, do tipo, que câmera devo comprar, resolvovi escrever este post para definir qual a melhor câmera para os diversos tipos de l.

Introdução:

Hoje as Câmeras digitais atingiram um nível de qualidade muito alto. No geral, as grandes marcas como Nikon, Canon, Sony, Lumix, etc, TODAS são boas o que vai fazer a diferença realmente é o olho do fotógrafo. Por isso não vou entrar no assunto de camerazinhas pequenas tipo point and shot (aponte e dispare), pois essas são uma infinidade para todos os gostos e não cabe aqui entrar nesse campo.

Primeiro vou indicar um tipo de câmera que acho muito legal que é câmera de bolso, mas de alta qualidade. Tipo câmera de rua. Pode ser comprada por profissionais ou amantes de fotografia que não querem ficar trocando de lente e ter uma câmera pesada e que chame a atenção. Todas elas são excelentes câmeras!

  1. Canon PowerShot G1 X

 

 

 

 

 

Com várias funções essa câmera da Canon entra na briga das pequenas e poderosas. Ninguém se arrepende de ter uma câmera dessas. Suas especificações estão aqui.

Uma outra opção dessa categoria é uma tetéia, mas mais cara. Mas também com muita versatilidade; Fujifilm FinePix X100. Foi a vedete do ano passado. Uma câmera no estilo retrô com várias possibilidades e entre as mais atrativas o visor digital e analógico, possibilitando ainda foco manual e muitas outras opções.

 

 

 

As especificações da Fujifinepix X100 estão aqui.

 

Uma outra boa opção é a  Nikon 1 V1, que entra na briga com muita força. Oferece a opção de trocar as lentes e adaptar lentes profissionais na Nikon. Um super brinquedo! As informações da V1 estão aqui.

 

 

 

 

 

A sony também está nessa briga com a Sony Alpha NEX-7. Particularmente eu não gosto de Sony, por uma série de motivos. Aí vai do gosto do freguês. Tem gente que adora Sony. Beleza! É só consultar aqui.

 

Para quem está começando a fotografar com mais seriedade!

Esta é a fase do “Vai ou Racha”. A maioria dos “mariposas” na fotografia entra nessa fase, gasta o quanto pode, de acordo com o seu orçamento, se mostra o máximo possível como fotografo e depois de um tempo….desanima. Assim é a fotografia. Uma arte, não tão  exigente, como a música, como a pintura, mas uma arte. Ou você se dedica, ou você passa por ela e logo desiste. Mesmo assim, todo mundo começa um dia e todo começo tem uma câmera básica.

As câmeras e os conjuntos (combos) que acho mais úteis eu descrevo abaixo:

Vou falar de Nikon, pois é aonde sei pisar.

A mais barata e boa:

D3100

Òtima Câmera para quem está começando

 

 

 

 

 

 

 

A nikon D3100, tem tudo que você precisa para tirar boas fotos! Se você colocar uma lente de US 1000,00 dolares nela, você vai ver como ela CRESCE como imagem! É lógico que com a lente de fábrica ela já produz excelentes imagens e tem todos os comandos necessários para se aprender e se aprofundar na arte de fotografar, eu se estivesse começando começava por ela sem dó. Veja esta foto que fiz com ela, pois era a Câmera da minha esposa:

Foto feita com uma Nikon D3100

 

 

 

 

 

 

Depois da D3100, vem a Nikon D5100. Bom, este é um pulo interessante, mas no caso de aprendizes, desnecessário. Você pode também iniciar com uma D5100. Tudo bem! Mas pular de uma D3100, para uma D5100, só em alguns casos que vou colocar mais adiante.

A próxima etapa será a do “novo profissional”. Tem surgidos novos profissionais no mercado. Mercado concorrido e a D7000 tem um excelente custo benefício neste campo. A D7000 é ótima e tem o mesmo sensor da D5100, ou seja, no frigir dos ovos, é a mesma câmera. O que ela tem, são mais recursos e é mais resistente. Realmente é uma ótima câmera para o profissional que está començando ou para um entusiasta que quer uma câmera legal. Tá cheio de gente com a D7000 mas que nem sabe fotometrar….he, he, é disso que a Nikon vive. A d7000 na mão de um qualquer é a D3100 na mão de Henry Cartier Bresson…coitado de nós.

A d7000 é uma excelente câmera

 

 

 

 

 

 

 

Você é fotógrafa? Daqueles viciados! Não digo profissional, pois este é um termo meio “discutível”, então começa a pensar em FX!!! Caramba! Neguinho que compara DX com FX, não sabe o que fala. Meu amigo, você não sabe o que estou falando aqui. Então compra a sua D7000 e vai estudar! Vai aprender a fotografar! Vai se atualizar! Vai aprender a tratar uma imagem! Mas por favor! Não compare DX com FX! Mama dont`t take my Kodachrome way…(Paul Simon). FX é o esquema! FX é o sensor da fotografia. Depois da D700, D3, etc…tadinha da D300, boa câmera, mas ….é outra coisa.

Por incrível que pareça estamos numa época de transição das FX na Nikon. Com a saída da D4, e da D800, todo mundo tá com os olhos virados para elas, mas se você está sem grana e quer uma FX, bom pode pensar da D700.

Não dá para falar da D700! Compre ela e se delicie!

 

 

 

 

 

 

 

A d700 é considerada por muitos como a melhor câmera do MUNDO! Custo benefício my friend! Sim, profissionais pensam em custo, benefício! Aliás, eles vivem disso.

Se você tem grana para gastar…coisa boa né! Mas tem muita grana e é fotógrafo de paixão, então tem duas opções, ou você acha, SE CONSEGUIR ACHAR, uma D4 AGORA! Ou você fica com a D3s. A  D3s é câmera para mais de metro, para NINGUÉM botar defeito. É um avião de câmera, mas eu achava uma D4, he, he!

Top câmera da Nikon

 

 

 

 

 

 

Com isso acho que deu para dar uma noção de qual é a sua Câmera, falta ainda a D800, mas depois eu falo dela, pois acho que ela está um pouco fora desta questão agora. A d800 com seus 36mp, necessita de um background pesado, pois tratar imagens em RAW de 36mp, não é para qualquer computador e comprar uma d800, para fotografar em Jpeg…he, he! Burríce total!

Depois eu falo das lentes….assim a minha consultoria vai ficar completa.

Boas fotos!

Abç – André

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Adeus D700

Com o lançamento da D800, muitas comparações foram feitas com a antecessora D700. Mas a realidade, ou melhor, as imagens, vieram a mostrar que três anos e meio depois de lançar a D700 a Nikon não veio para brincadeira. Além de ter mais que o DOBRO da resolução a D800 ainda tem um vídeo de excelente qualidade. Sem dúvida nenhuma o vídeo veio para ficar e hoje muitos preferem ver os melhores momentos de uma partida de futebol em vídeo, do que simplesmente ler um comentário numa página de notícias.

Com a qualidade da D800 já comprovada e os seus inúmeros recursos, hoje, a D700 já faz parte do passado. Sem dúvida um passado glorioso daquela que foi considerada por muitos a melhor câmera do MUNDO em 35mm.

 

Nikon D700

 

Resultado do Concurso de Fotografia do curso realizado em Fev de 2012 por André Berlinck

Caros Alunos é com um grande prazer que apresento os 3 primeiros colocados do pequeno concurso realizado no curso ministrado por minha pessoa no início de fev 2012.

Foi muito difícil realizar o julgamento e por isso foram selecionados 1 primeiro, 2 segundos e 2 terceiros lugares. Os outros participantes ficaram com o prêmio de mensão honrosa.

Vamos lá! Primeiro Colocado: Cristina

Esta foto tem um enquadramento muito equilibrado. A árvore criou um efeito moldura e a Ave do lado esquerdo criou um balanço adequado, além de dar uma dimensão toda especial a árvore. Não existe confusão com o fundo e por isso ela apesar de parecer simples, não é.

Segundos colocados: Marcelo e Nina

O local do bicho nesta foto está muito interessante. Um enquadramento diferente. O espaço amplo de azul dá uma sensação de liberdade, vôo, etc. Este enquadramento automaticamente faz o espectador imaginar algo. foto: Marcelo

A luz desta foto está muito interessante. As diagonais proporciaonam uma sensação de profundidade. Os reflexos compõe a cena sem confusão. A atitude do garoto chama a atenção imediatamente. Foto: Nina

 

Terceiros colocados: Márcio Erli e Silvinha

 

A curva em S está perfeitamente enquadrada, e os personagens dão equilíbrio e movimento a imagem. Todos percebem e sentem o momento de “um dia no parque”. Principalmente pelo homem de bicicleta e as pessoas correndo ao fundo. Foto: Silvinha

A imagem dos fotógrafos caminhando ficou muito boa. O posicionamento baixo do fotógrafo valorizou a cena e deu enfase aos personagens. Poderia ser feito um pequeno crop, completamente aceitável nesta situação, mas resolvi colocar todas as fotos sem tratamento. Foto: Márcio Erli

 

 

Parabéns a todos!

 

Abç

André

NIKON D800

Anunciada a nova Nikon D800.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esse é o link para o vídeo promocional feito com ela. Achei um vídeo triste. Prefiro o da D4. Além do que a D800 tem 36mp de resolução em foto. Acho que isso vai se tornar um pepino para muitos fotógrafos que não desejam fotografar nesta resolução. Vamos ver a qualidade das imagens.

Nikon D4. A primeira foto!

As notícias sobre a Nikon D4 ainda estão nebulosas. O que ficou bem claro é que ela é uma super câmera. Isso ninguém pode negar. Também é óbvio que a Nikon iria atrás de atualizações significativas na área de vídeo, devido ao sucesso extremo da 5D. Com o lançamento da Canon 1D X, muitos estão fazendo testes comparativos das duas Cãmeras. Para mim o mais signifacativo destes testes mostram que os foto diodos da Canon são 21% maiores do que os da Nikon D4, o que dá uma vantagem de 1 ponto em baixas luzes sobre a Nikon. Um ponto é muita coisa. Nos quesitos de vídeo, a Nikon realmente encostou na 5D e na Canon 1DX, ou está até melhor. Essa foi uma boa notícia. De todas as formas a Nikon D4 é uma SUPER MÁQUINA! Aqui posto uma foto dela em alta resolução a 6400 ISO. Realmente ninguém precisa mais do que isso.
Este vídeo também mostra a grande capacidade da Nikon D4 nas mãos de que sabe o que faz.

O péssimo ano da Nikon

2011 está acabando. Ainda bem! – Assim dizem os “nikonzeiros”

Segundo os próprios diretores da Nikon este foi um ano péssimo e os anúncios das Novas Câmeras foram adiados para 2012. Abaixo trecho de uma entrevista com um diretor da Nikon para uma revista japonesa:

The current year at Nikon as seen by Kimio Tanaka

2011 was a tough year for Nikon. Sendai Nikon in Natori, Miyagi Prefecture, got a beating, and as soon as it started to recover, then came the Thai flood disaster.  The main factory went into complete shutdown.  Because of this, the announcement of what was rumored to be “something big” which was expected in Autumn was “pushed back” to 2012. As the announcement schedule became considerably twisted, in 2012 the strain will likely lead to a new product rush hour. The big news for 2011 would have to be the Nikon 1. For Nikon this is the first camera system based on a new mount since the Nikon F 50 years ago.

Tradução (mais ou menos – babel fish)

O ano em curso em Nikon como visto por Kimio Tanaka

2011 foi um ano resistente para Nikon.  A Sendai Nikon em Natori, prefeitura de Miyagi, tiveram um baque, e assim que começamos a  recuperar, a seguir veio o disastre de inundação na tailandia. A fábrica principal entrou na parada programada completa. Por causa disto, o anúncio do que foi espalhado boatos para ser “algo grande” que foi esperado no outono “foi empurrado para trás” para 2012. Porque a programação do anúncio se tornou torcida consideravelmente, em 2012 a tensão conduzirá provavelmente a umas horas de ponta do produto novo. As boas notícias para 2011 teriam que ser o Nikon 1. Para Nikon este é o primeiro sistema da câmera baseado em uma montagem nova desde o Nikon F 50 anos atras.

Realmente essa tradução é bem ruim, mas dá para sentir o que aconteceu este ano. Primeiro a Tsunami para as atividades da fábrica de Sendai (onde as máquinas pro eram feitas – D3, D3s, D700) e depois a inundação da Tailândia acabou por parar as atividades da Nikon na Tailândia.

 

Essa é a imagem da fábrica da Nikon na Tailândia.

Mas 2012 promete com o lançamento da D800 e da D4!

See you!

 

Santos, Barcelona e Steve Mccurry

Final de Ano é época de reciclar, repensar e refletir e o nosso ano que se passou.

Fui a São Paulo, visitar a minha família e ir no aniversário do meu Pai que completou 75 anos, aproveitei para ir na exposição do fotógrafo Steve Mccurry. Sou seu admirador de longa data, sabia que muitas fotos, ou todas, eu já conhecia, mas estava ansioso para ver a expo. Lá fomos eu e a minha esposa ao belo prédio do Instituto Tomie Ohtake. Ao chegar na exposição meu primeiro e grande choque. A qualidade das impressões. Sensacional! Me fez refletir muito sobre a qualidade das câmeras, prints e papéis, já que este ano adquiri um impressora FINEART. Segundo estado de choque, que na realidade sempre me produziram, foram as fotos de Steve Mccurry. Para mim o melhor fotógrafo do mundo na última década, dentro do seu segmento. Já ouvi muita baboseira sobre ele, mas nada mais que baboseira. Como essa por exemplo num comentário da Amazon sobre seu livro ” Na Sombra das Montanhas”:

” October 21, 2007 By Anton Karidian (Toronto) – See all my reviews

This review is from: Steve Mccurry: In the Shadow of Mountains (Hardcover)

Yet another book from McCurry where he tries to regain the glory days of the iconic Afghani girl he photographed for National Geographics over twenty years ago. Steve McCurry has become lazy in his photography — even almost desparate. Any close up exotic picture of an Afghani girl will do as far as he is concerned. When he has enough to fill a book, it is published. Okay Steve, we get the idea…we all acknowledge that it is your “schtick”.

Not surprisingly the original Afghani girl is illustrated, again, to remind everyone how good he WAS as a photographer.

Steve…please move on.

Some people have commented how dedicated Mr. McCurry is in covering the plight of the Afghan and Asian peoples. I just hope that the money he receives from selling the image rights to Soli Deo Gloria – Monteverdi Productions Ltd – a UK recording company to sell classical cds are being donated to the Afghan peoples. Not sure what Bach, compact discs or cantatas have to do with Afghanistan…except that they are pretty pictures to adorn the cd cases of the merchandise for sale. RIDÍCULO ESTE COMENTÁRIO

Enquadramento perfeito, CORES, caramba, QUE CORES. Luz! Tudo. Realmente Steve é fora de série e foi muito bom poder ver as suas fotos de perto em grandes formatos e impresso em FINE ART. Esta é uma exposição que recomendo 100%. A parte mais fraca da exposição realmente foi o último rolo de filme Kodachrome, o que mostra que nenhum fotógrafo é um Gênio, pode ser fora de série, mas Gênio, tá difícil.

 

O segundo choque do final de ano foi ver o Barça “destruir” o Santos. Foi triste ver como o futebol brasileiro está mal. Se continuar assim não vamos a lugar nenhum na Copa do mundo. O brasileiro tá “se achando” como sempre e infelizmente temos de cair na real e redefinir os padrões de jogo de futebol, encontrar uma nova fórmula.

Achei um livro muito interessante que fiquei olhando por muito tempo. Chama-se Magnum Contact Sheets (folha de contato) da editora THOMAS E HUDSON. É um livro com fotógrafos da Agência Magnum. Cada fotógrafo tem tipo um trabalho a realizar e o livro mostra a folha de contato do fotógrafo e qual a foto do fotógrafo ou que o editor escolheu. É claro que en se tratando de Magnum se entratando de Magnum a foto é sempre maravilhosa, mas ao observar a folha de contato você vê como o fotógrafo foi “buscando” o enquadramento, a foto, e qual foi o pensamento dele, olhar para aquele tipo de serviço. O livro demosnstra claramente que TODOS os fotógrafos vão em busca de algo, mas TODOS tentam, erram e são humanos. A foto boa é o produto de um trabalho, de uma busca. Também o livro demostra os critérios de edição implícitos, numa agência tão importante como a Magnum. Luz, fundo, perspectiva, repetição, momento, contraste, foram alguns dos critérios usados na edição do livro. Infelizmente o livro é muito caro e eu não pude comprá-lo.

Neste final de ano e começo de 2012 desejo a todos amigos, parentes e fotógrafos um FELIZ 2012, com muita PAZ, SAÚDE e capacidade de reflexão para conseguir-mos aprender mais e mais.

 

Abraço

National Geographic, e as minhas capas preferidas.

Em 1988 eu já comprava a revista National Geographic e as suas fotografias já exerciam forte influência no meu trabalho. Neste ano, saiu uma revista comemorativa e no verso da capa, que era de página dupla, todas as suas capas em miniaturas. Eu e o Bruno Alves analisamos as capas algumas vezes.

Essa era a revista:

Algumas capas me marcaram para toda a vida e nunca saíram da minha memória, essas são algumas delas:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Essa foto foi feita por um ídolo meu, seu nome: Mitsuaki Iwago.Essa revista eu ganhei dos meus pais e essas fotos do Seregeti me causaram tanto impacto que acho que eles notaram…eu não desgrudava da revista. Esta capa é um ABSURDO! Essa cena do filhote “abraçando” a mãe como se fosse um ser humano, me causou um grande impacto.

Fotos de natureza selvagem e de fauna, tem de ter um espírito, ou melhor, tem de captar o espírito do animal. Nesse trabalho do Mitsuaki Iwago ele estava “iluminado”. O senso estético, junto com a sensibilidade de captar esse tipo de momento fez dessas fotos algo inesquecível. Mais tarde, minha mãe me deu de presente o livro que ele lançou sobre o Serengeti e até hoje….olha é dificil encontrar algo assim.

No Brasil se fala tanto de certos fotógrafos de natureza…que me desculpem esses fotógrafos, mas não me atrai o trabalho deles, falta composição, falta espírito, tudo muito próximo, muito fechado, muito saturado…algo que nunca me atraiu. Em 86 eles não eram tão ícones assim e mesmo naquela época eu não achava e não acho o trabalho delescoisa. Acho normal. Bons fotógrafos, sim, mas longe, muito longe desse trabalho do Mitsuaki. Coisa de gênio!

Até hoje só um fotógrafo me tirou o fôlego igual ao Mitsuaki Iwago, e ele é o Jim Brandenburg… Logo abaixo  uma capa dele, que eu acho umas das melhores da história da National. Que foto é essa?! Não tem lógica! Acho que é por isso que tenho TRÊS cachorros Border Colies! Eles se paracem muito com os lobos. ADORO LOBOS!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais uma matéria que me marcou até hoje. Caçadores de Mel no Nepal. Sinceramente, não esqueço as fotos de Eric Valli. Lindas! Maravilhosas! Sem palavras! Ação! Aventura! Luz! Composição! Tudo!

Eis a capa! A matéria ganhou a melhor matéria jornalística do ano pela Word press. Essa revista era DEMAIS!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Steve Mccurry! Sem comentários! Sempre fui seu fã. O cara é demais! Essa foi a primeira que me marcou MUITO!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por causa desta capa, a Australia não saia da minha cabeça por anos. Adoro esta foto. Linda LUZ!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Essa capa é incrível! Essa foto conta uma história! Isso é fotografia!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Essa é uma outra que me encanta, pela força! Pelo movimento e a cor. Demais!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Essa também adoro. Ela me traz a lembrança do filme ” Never Cry Wolf”, adoro este filme. Acho que essa imagem traz a sensação do “WILD” (selvagem), da vida no gelo, o frio e o seu povo. Mais uma foto que fala muito, com pouco…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bom…existem muitas outras maravilhosas e não posso de deixar de mencionar o David Deboulet, pois ele é o maior arrebatador capas da National. David é o melhor fotógrafo, mergulhador que já vi.

As fotos dele não tem lógica, são fora de série.

Na atualidade gosto muito do Fritz Hofmam, ele geralmente faz umas capas muito lindas. Vale a pena conferir!

Abç e até mais

 

EXPOSIÇÃO SOBRE O TEMA CAFÉ NA ZONA DA MATA

A partir do dia 05 de outubro, no hall do Príncipe Hotel em Viçosa-MG, o fotógrafo André Berlinck  apresenta a exposição denominada Café na Zona da Mata. Com belos retratos de paisagens da mata mineira e de pessoas que trabalham para trazer a nossa mesa os saborosos cafés. A exposição fotográfica, traz um acervo de longos anos de muita dedicação e amor pela arte de fotografar. A exposição Café na Zona da Mata pode ser conferida até o dia 05 de novembro.

 

 

Jornal “O Estado de São Paulo” não paga free lancer e é processado

A cerca de um ano, fiz um trabalho para o “Estadão”, que infelizmente não me pagou. É chato esse tipo de situação pois um Jornal desse porte não pagar um freelancer chega a ser ridículo.É lógico que entrei na justiça contra o “ESTADÃO” e ganhei a causa. Abaixo a sentença da Juiza que julgou o caso de forma rápida e eficiente.

SENTENÇA COMPLETA ANDRÉ BERLINCK X ESTADÃO

Kodachrome, o último rolo de filme

Escrito em 27 de Março de 2011 EditarEnviar por e-mail | Hits para esta publicação: 57

Para quem não conhece o Kodachrome foi um tipo de filme profissional comercializado pela Kodak. O Kodachrome era muito impressionante pela suas cores poéticas e as suas tonalidades lindas. Mas, infelizmente era um filme difícil de obter e principalmente de revelar. No formato cromo, (slide) o Kodachrome era usado por profissionais renomados e foi praticamente por 30 anos o filme usado pela revista National Geographic. Neste mes a revista American Photo publicou uma matéria interessante sobre o último rolo produzido e por consequencia Kodachrome fotografado.
O Fotógrafo felizardo foi nada mais, nada menos que o Steve Mccurry. Ele conta algumas idéias que teve para fotografar e uma delas foi fazer um retrato do Paul Simon, já que ele compôs a música Kodachrome, que particularmente gosto muito.
Para mim o Kodachrome me traz uma boa lembrança, pois a única vez que fotografei com ele foi porque um amigo fotógrafo ( Motaury Porto ), veio na minha casa e me deu alguns rolos de Kodachrome vencidos. Eu estava muito animado, pois ia para Fernando de Noronha fazer uma matéria para Fluir. Peguei aqueles Kodachromes como se fossem OURO e guardei com carinho.
Quando cheguei em Noronha, a primeira coisa que fiz foi em vez de colocar o Fujichrome, filme usado na época pela revista, foi colocar o Kodachrome, aí a responsa aumentou pois eu todo feliz pensei:
“Estou usando o filme da National Geographic”. Ao descer na Cacimba (Praia de Noronha) vi uma Ave parada em cima de uma pedra. Fiz a fotometragem a distancia e comecei a caminhar em direção a ela. Fui chegando cada vez mais perto até chegar a uns 2 metros da ave. Fiz umas tres fotos, ela não se mexeu. Saí de lá com cuidado e a ave continuou lá.
Quando cheguei de Noronha, entreguei os Kodachromes na revista e falei para eles revelarem no Hawaii, pois o Kodachrome não podia ser revelado no Brasil. A revelação, segundo a própria matéria da American Photo, era uma revelação especial e poucos laboratórios revelavam Kodachrome, mas como o Hawaii tem um fluxo grande de fotógrafos lá revelavam. Depois de um tempo recebi os Kodachromes. Como alguns estavam vencidos, muitas fotos não ficaram boas. Mas a da ave tava SHOW! Passei as fotos ao editor Bruno C. Alves. Ele publicou uma matéria grande e publicou uma foto de página inteira da ave. Nunca me esqueci então do Kodachrome…um filme meio místico. Uma vez o próprio Bruno disse que os fotógrafos comentavam após um dia de ondas e luz perfeitas no Hawaii, que este tinha sido um Kodachrome DAY.

Nikon fecha fábrica após o terremoto no Japão

Escrito em 15 de Março de 2011 EditarEnviar por e-mail | Hits para esta publicação: 88

nikon d3 dslr 1 - nikon d3 dslr 1

A Nikon interrompeu as atividades em uma de suas fábricas na cidade de Sendai no japão. Sendai foi uma das cidades mais atingidas pelo terremoto.
Em dezembro de 2010 em liguei para BH PHOTO VIDEO para saber sobre a disponibilidade da câmera Nikon D7000. O vendedor foi bem claro e disse que a Nikon tem SÉRIOS problemas de entrega de mercadoria. Ele disse que desde o lançamento da D3x, ele recebeu somente 50 peças desta câmera. Justamente a fábrica fechada foi a de DSRL profissionais, pois a fábrica de Sendai é responsável pela produção da Linha D3, D3x, D3s e da D700. Vamos ver como a Nikon vai se pronunciar a respeito dessa situação e esperamos que Deus ajude o povo japonês.

Tele-objetivas da Nikon, uma reflexão

Escrito em 1 de Janeiro de 2011 EditarEnviar por e-mail | Hits para esta publicação: 219

Faz quase um mês eu vendi uma tele objetiva que eu tinha, uma 80-400mm VR. Essa lente é conhecida por quem usa nikon.
Vendi a lente um pouco descontente, pois gostava muito dela.
Sempre fui apaixonado por teles. Desde moleque morando em São Paulo, onde quer que eu fosse e via fotógrafos com teles eu pensava:
– Caramba! Isso é que é fotografia. Carregar essa TELE para cima e para baixo…enxergar coisas que só quem tá com a tele vê. Capturar momentos únicos que estão longe. Enfim uma série de baboseiras, de criança.

Spotmatic - Spotmatic

Minha primeira SLR

A minha primeira tele foi uma 80-250mm, ela encaixava na PENTHAX SPOTMATIC, minha primeira câmera SLR. Não me lembro da marca dessa tele. Mas me lembro de uma foto que me marcou muito do Farol de Santa Marta – SC. Depois eu comprei uma NOVEFLEX. Essa lente me acompanhou por alguns anos. Fiz fotos maravilhosas com ela. Acho que se eu realmente soubesse o que tinha na mão eu nunca a teria vendido. A NOVOFLEX é um sistema alemão com ótica muito boa. O sistema de foco é um pistol GRIP e eis uma foto dela logo abaixo:

Pistol grip - Pistol grip

Essa lente realmente é ótima. Depois eu tive uma meia tele da Vivitar e após o meu interlúdio, uma 70-300 da NikonG, finalmente a volta de uma lente descente, a qual tenho até hoje, uma 80-200 f2.8. A 80-200 é uma excelente lente, usada por profissionais durante muito tempo, hoje substituida pela 70-200 VR. Sinceramente não sinto falta desta diferença, pois em se tratando de teles o que sinto falta é do poder de aproximação.

O caso principal nesta questão é o custo benefício. Seguindo esse raciocínio a 80-400 VR é praticamente a última fronteira, pois a partir daí os preços começam a ficar muito altos. Ou você vai fazer uso destas teles de forma que elas vão se pagar ou, vai ficar muito caro você ter um brinquedo de U$ 5000,00 (mínimo). Vamos ver:

A partir da 80-400 nós temos a 300 F2.8 VR II, que custa em torno de 5400,00 US
Temos a 300 F4 que custa 1.100 US, ela pode ser uma opção mas se adicionarmos um tele-converter 1.4 ela vai virar uma 420mm F5.6 por mais 300US, ou seja, o mesmo preço da 80-400, sem o VR mas com um auto focus mais rápido. Mas eu não confio muito em tele conversores. A experiencia que tive com o meu foi muito ruim. Nesse caso ficamos na mesma.
Após isso, temos as lentes caras que são 200-400mm, 400mm f2.8, 500 f4, 600 f4.

Assim que, realmente, em termos de aproximação a 80-400 é a ultima fronteira. Acho ela uma lente de ótica 7,5, auto-focus super lento, (nota 4), VR funciona (nota 7). Sistema de destravamento do foco manual para o automático bem antiquado e desajeitado, e não pense que você não vai usar o foco manual, pois com um autofoco tão lento ele acaba se tornando a grande opção. Mas a ótica é boa e provavelmente na d7000 ela se torne uma grande lente, pois pode-se fotografar com ISO 800 tranquilamente.

80 400 - 80 400
80-400VR – A última fronteira.

É uma pena os valores das lentes melhores, mas com os bons sensores da atualidade, flash, percepção e paciencia acredito que a 80-400mm é uma boa opção para profi que gostam de fotografar natureza por hobby, se aventurar em concursos e talvez realizar algum trabalho para ONGS ou alguma empresa sem ter que investir 6000,00 US.

3 comentários

  1. Leticia Soares em 5 de Fevereiro de 2011 Editar

    Não conheço esta objetiva da Nikon. Na verdade, Sempre optei pelas marcas Panasonic e Canon. Hoje tenho uma Canon digital. Minha última analogica, foi uma Olympus 7xi com uma tele de 300mm. Fiz uma festa com esta camera, ate voltar para o Brasil, e pouco tempo depois, surgir a camera digital, para o meu desespero.
    Hoje, minha teleobjetiva não pode ser usada em uma digital, e poucos usam uma analogica.
    Na verdade, todo o meu material fotografico analogico, esta parado.
    Uma pena.

  2. Euvaldo Fonseca em 9 de Março de 2011 Editar

    Caro André,
    Sou amador e gosto de fotografar pássaros (hobby). Usava uma panasonic fz18. Porém, comecei a ficar mais exigente e parti para uma DSLR (D90). Pretendo comprar uma 70-300 VR mas não sei se será suficiente para isso. Seria melhor pagar mais e adquir uma 80-400 VR? É inviável usá-la sem tripé? Acho que a 70-300 permite isso.
    Agradeço se puder me dar algumas dicas.

  3. admin em 9 de Março de 2011 Editar

    Depende do tipo de ave que você deseja fotografar a 70-300vr é mais versátil. Mas pessoalmente prefiro a 80-400VR. É uma lente mais lenta no autofocus, mas, aproxima mais. A velocidade mínima que você vai conseguir segurar na mão será 1-200 de segundo. Não pense que você vai segurar na mão uma lente que é uma 600mm contando com o fator crop da D90. Por isso é bom ter em mente que você vai necessitar de LUZ, pois com 1-200 a f 5,6 já é uma luz considerável. Um flash SB900 vem bem nesse combo para te ajudar. Só pegaria a 70-300VR se eu fotografasse especialmente beija-flores e nem ela eu pegaria, pegaria a 300 f4 da nikon, (fixa). Já que lentes fixas são melhores. Mas não sei se é este o seu caso. Fora isso, eu fico com a 80-400VR SB900. Att, André

Foto no Jornal O Estado de São Paulo

Escrito em 14 de Outubro de 2010 EditarEnviar por e-mail | Hits para esta publicação: 73

Materia ESTADAO web - Materia ESTADAO web

Dia 13 de outubro foi publicada esta foto minha no Jornal O Estado de São Paulo.
A matéria publicada no suplemento agrícola fala do reaproveitamento da água na lavoura, evitando a poluição dos rios e ao mesmo tempo fertilizando os cafezais. O produtor que fotografei foi Waldir Mol da Fazenda Viçosa em Paula Cândido.
Waldir tem uma lavoura exemplar e o seu café “Dom Café” é um café de nível internacional, já que ele exporta para vários países.

Fernando de Noronha

Este ano encontrei por “acaso” Fê Correa um velho amigo com compartilhou comigo grandes momentos em “Noronha”. Foi no ano de 1989. Fomos para “Noronha” realizar uma matéria para Revista Fluir e Bodyboarding. Os surfistas foram Fê Correa, Magnus Dias e Sergio “Testinha”.
Todos os três surfaram altas ondas num SWELL premiado, mas Fê se deu melhor nas “BIG WAVES” e foi premiado com uma página dupla na SURFING MAGAZINE. Encontrei Fê neste início de ano no matadeiro. Lembramos velhos momentos e tive oportunidade de conhecer sua casa e sua família, que me receberam muito bem em Floripa. Abaixo algumas fotos de “Noronha” em 1989. GO FOR IT!!!

Cacimba do Padre totalmente sem crowd. Os tubos quebravam sozinhos após a seção de surf.

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fê se deu muito bem nas ondas de Noronha, mas no final das 4 pranchas que ele levou só sobrou essa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fê, me disse: -”Foi na Cacimba onde aprendi a entubar de Backside”. E de fato ele pegou muitos tubos, onde saia com facilidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esse tubo no Boldró foi muito show! Aliás esse dia o Boldró tava Clássico!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Magnus também surfou altas ondas. Aqui numa curva perfeita, numa onda perfeita, num dia perfeito…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Testinha mandou muito bem nas ondas de “Noronha”. Com um estilo impecável, Testinha sem dúvida foi um GRANDE talento do Surf Brasileiro.
Valeu Fê! Boas ondas para todos!

2 comentários

  1. Leticia Soares em 5 de Fevereiro de 2011 Editar

    As fotos de Noronha estão inspiradoras. Como artista, não posso deixar de admirá-las.
    Parabéns!!!

  2. sergio testinha em 12 de Março de 2011 Editar

    andré quanto tempo irmão grandes lembransas
    se ler esse comentario entre em contato
    sergioa3@yahoo.com.br
    abraço

Café da ORIGEM

Realizando um trabalho para o Circuito Serras de Minas, tive a oportunidade de me hospedar na fazenda Braúna. Produtores de um Café “tipo exportação” detentor de vários prêmios da Illy Café, o Braúna já é um Café conhecido. Após uma noite de sono restauradora levantei cedo para continuar o serviço. Na cozinha já tinha visto um pequeno saco com o “famoso” café. Sem querer perder a oportunidade, rapidamente botei a água no fogo, mas para o meu desalento o gás acabou. Só restava mostrar os meus dotes ao fogão a lenha que ali estava. Após algumas tentativas o fogo pegou e com um pouco de paciência a água começou a “chiar”. Dizem que para o bom café, assim que como para o bom chimarrão a água NÃO pode ferver. Após passar o café SEM misturar açúcar me dei o GRANDE PRAZER de dar o primeiro gole.
SEM DÚVIDA, O MELHOR CAFÉ QUE TOMEI NA MINHA VIDA! Tomei quase que uma garrafa inteira do CAFÉ DE ORIGEM DA FAZENDA BRAÚNA!
Obrigado, João e aos irmãos pela hospitalidade!
Café -  DSC3889
Café da roça é bom no copo!

2 comentários

  1. João Mattos em 22 de Março de 2010 Editar

    Adorei a foto do fogão André. Finja que o gás acabou por querer, rsrsrs. Foi para nós da Fazenda Braúna um grande prazer recebê-lo. Estou ansioso para ver as fotos no site do Circuito Serras de Minas. Abraço

  2. admin em 5 de Abril de 2010 Editar

    João, muito obrigado. Abç André

San Martin de Los Andes (Neuquén) Parte 1

Após um início de ano corrido eu e minha esposa partimos para uma viagem de descanso. Destino: a Patagônia Andina, metologia: “…la improvisación…”
(veja este link)
Descrever com palavras a BELEZA dos lagos Andinos é difícil. As imagens (no meu caso) descrevem melhor que as palavras. O silêncio dos lagos escondidos (como o lago Hermoso), as florestas com árvores centenárias que lembram cenas do filme “O Senhor dos Anéis”, a luz e a magia das montanhas nevadas encantam…sinceramente este é um lugar para se retornar, pois 15 dias é muito pouco.
Abaixo algumas fotos e os respectivos locais:
 Arroyo en San Martin -  DSC6323 – Arroyo en San Martin de Los Andes

Patagonia berlinck7 - Villa Traful Vista da Villa Traful

Patagonia berlinck8 - Lo Poderoso Lo Poderoso

 DSC6764 - Rios 1 Rio entre as montanhas

Untitled Panorama1 - Lago hermoso Lago Hermoso

Patagonia berlinck4 - Tipico Gaúcho da Patagônia

Cor -  DSC6745 Cores e águas cristalinas

 DSC6773 -  DSC6773 Luz da Patagônia

 DSC7149 1 -  DSC7149 1 Vulcão Lanin

Patagonia berlinck6 - Patagonia berlinck6 Cavalos na Lago Traful

Patagonia berlinck10 - Patagonia berlinck10 Rio Malleo

Em breve vou postar dicas de uma viagem barata.
Abs
André

4 comentários

  1. Teté em 22 de Maio de 2009 Editar

    Parabéns pelas maravilhosas imagens! Só alguém que carrega a beleza em sua alma é capaz de reproduzir imagens tão carregadas de sentimento e que falam por si só!
    Um forte abraço!

  2. Rick em 23 de Maio de 2009 Editar

    Altas fotos!!!Que luz!!!
    Sempre que tiver novidades no blog não deixe de me avisar!
    Abraço,

  3. Guilherme Bomeny em 25 de Maio de 2009 Editar

    Bom dia André,

    Nao sei se lembra de mim, Gui Bomeny, amigo do Catan. Surfamos em Ubatuba, Guarú e outros picos … Vc está bem? Manda news ….

    Aloha
    Gui

  4. Helcker em 2 de Junho de 2009 Editar

    Caramba!! Pra que palavras?? Isso é música….

O 3º Concurso Avistar Itaú BBA de Fotografia

O 3º Concurso Avistar Itaú BBA de Fotografia – “Aves Brasileiras” recebeu mais de 6500 incrições vindas de todos estados do Brasil além de inúmeras inscrições internacionais.

Avistar 2 lugar 1 - Avistar 2 lugar 1
Doce sabor
Tietinga
Cissopis leverianus

Avistar 3 lugar 1 - Avistar 3 lugar 1
Sincronismo perfeito
Rabo-branco-de-garganta-rajada
Phaethornis eurynome

Para mim, foi uma surpresa essa “dupla premiação”.

Para quem se interessa pelo assunto ou por fotos de natureza eu acho importante conhecer um pouco o trabalho dos jurados, pois ali estão verdadeiros “GIGANTES” da fotografia e da Ornitologia.

Fotógrafos experientes que seria muito legal fazer um contato, pois alguns deles tem um trabalho que gosto e admiro muito, como o caso do Roberto Linsker por exemplo. Para quem não conhece a obra “Handbook of the Birds of The World” da qual o Josep del Hoyo é o editor é melhor dar um look, pois essa seja talvez umas das publicações de AVES mais importantes do MUNDO.
Sem contar Edson Endrigo, Arthur Grosset, e o restante dos jurados. Não dá para falar mal de um “time destes”

Vamos ver se este ano consigo ir para “SAMPA” participar do AVISTAR 2009.

Abraços aos amigos biólogos que me deram muita força na serra, Leandro Santana e Thiago Gomide. Valeu pessoal!

Aqui estão os resultados do concurso

2 comentários

  1. Rômulo Ribon em 20 de Abril de 2009 Editar

    Parabéns André!

    O tiê-tinga foi quase extinto por aqui, mas parece estar voltando. Encontrá-lo no PESB sempre foi um grande prazer para os olhos e ouvidos. Idem para o Pharthornis eurynome, que aqui pra baixo não tem, só lá naqueles altos frios.
    Vê-los em sua fotos (e agora premiadas!) é mais um p0razer proporcionado pela “Serra”.

    Abs. Rômulo

  2. admin em 20 de Abril de 2009 Editar

    Valeu Rômulo!

    É uma alegria saber que as tie estão voltando. Aí se começa a compreender que “nos dias de hoje” as unidades de conservação são fundamentais.
    Abs

    André

Um dia no Bom Jesus do Madeira

Bom Jesus do Madeira é um vilarejo que se encontra a nordeste do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, para quem passa pela sede do Parque, são mais 9 kilometros descendo por uma estrada de terra. No dia 26 de dezembro estava naquela região, que por sinal é bem diferente de São Paulo, onde estava a apenas 3 dias atrás. Se São Paulo é cultural e cheio de informações e entretenimentos, bom Jesus do Madeira é o oposto. Se tivesse apenas uma opção entre o “Madeira” e São Paulo”, sem dúvida ficaria pelo “Madeira”. A Serra do Brigadeiro ao fundo é encantadora e os seus moradores acolhedores e simpáticos, ali o tempo demora mais a passar…

Um dia no Madeira 01 - Um dia no Madeira 01

Vista geral do “Bom Jesus do Madeira”. O vilarejo tem 108 casas, conforme me disse o guarda parque Fernando, que me recepcionou e me levou em diversos cantos do vilarejo.

Um dia no Madeira 02 - Um dia no Madeira 02
Um dia no Madeira 03 - Um dia no Madeira 03
Um dia no Madeira 04 - Um dia no Madeira 04
Um dia no Madeira 05 - Um dia no Madeira 05

O Guarda Parque Fernando, que estava de férias e me recepcionou no “Madeira”.Abaixo: Alguns moradores do “Bom Jesus do Madeira”, hospitaleiros pra caramba!

Um dia no Madeira 06 - Um dia no Madeira 06
Um dia no Madeira 11 1 - Um dia no Madeira 11 1
Um dia no Madeira 10 1 - Um dia no Madeira 10 1
Um dia no Madeira 09 1 - Um dia no Madeira 09 1
Um dia no Madeira 08 1 - Um dia no Madeira 08 1
Um dia no Madeira 07 1 - Um dia no Madeira 07 1
Um dia no Madeira 12 - Um dia no Madeira 12
Um dia no Madeira 13 - Um dia no Madeira 13
Um dia no Madeira 14 - Um dia no Madeira 14
Um dia no Madeira 15 - Um dia no Madeira 15
Um dia no Madeira 16 - Um dia no Madeira 16

Saindo do “Madeira, são 7 kilometros até a portaria do parque, mais dois até a sede, totalizando 9 kilometros.

Um dia no Madeira 17 - Um dia no Madeira 17
Um dia no Madeira 18 - Um dia no Madeira 18
Um dia no Madeira 19 - Um dia no Madeira 19

O caminho passa por subidas e descidas, vales e cachoeiras. A “Cachoeira do PIU” é a mais conhecida e se vê ao fundo.

Um dia no Madeira 20 - Um dia no Madeira 20
Um dia no Madeira 21 - Um dia no Madeira 21
Um dia no Madeira 22 - Um dia no Madeira 22
Um dia no Madeira 23 - Um dia no Madeira 23

A “Pedra do Pato” é uma das paisagens mais imponentes e marcantes do caminho.

Um dia no Madeira 24 - Um dia no Madeira 24
Um dia no Madeira 25 - Um dia no Madeira 25
Um dia no Madeira 26 - Um dia no Madeira 26
Um dia no Madeira 27 - Um dia no Madeira 27

Finalmente depois de três horas subindo chego na sede do parque onde se tem essa bela vista do “Pico do Grama”.
Gostaria de agradecer ao Fernando (guarda parque) e a todos os moradores do “Madeira”.
Um FELIZ 2009 para todos.Até a próxima!

André

Um dia em São Paulo

Nasci em São Paulo, não sei o bairro, mas com um ano de idade fui morar no bairro Paraíso, perto da Paulista e da Brigadeiro Luiz Antônio, minha mãe mora lá perto até hoje. Neste final de ano fui visitá-los e fiquei na casa da minha irmã em Higienópolis, perto do Largo Santa Cecília. No domingo 21 de dezembro fiz alguns passeios por “SAMPA” e registrei com a minha 2ª câmera, uma D50 (acho ela ótima!) da Nikon.

Acordei e fui pegar o jornal “Folha de São Paulo”. Folhando aqui e ali, li uma uma matéria interessante sobre o GRANDE FOTÓGRAFO de todos os tempos, Henry Cartier Bresson. Boa a matéria e principalmente a reconstrução das fotos de Bresson por fotógrafos atuais. Resolvi então fotografar o dia de domingo com uma única lente, uma 50mm, em homenagem a Cartier Bresson.

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O artigo da “Folha” no caderno MAIS sobre Bresson foi a minha primeira foto do dia. Bresson e a sua “famosa” LEICA. Um autor de um livro sobre Bresson disse: “Bresson não ia gostar de digitais”…
Particularmente acho isso uma grande bobagem, já que o “momento digital” na minha opinão tem TUDO A VER com o fotojornalismo.

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O sol nasce e os labirintos de paredes e concretos aparecem em São Paulo

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O hall de entrada do apartamento da minha irmã, Teresa Berlinck. Ela é artista plástica e os quadros na maioria são de sua autoria. Aqui você pode conferir o seu trabalho.

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Vista da janela com uma persiana na frente.

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Esta é a única imagem deste ensaio que não foi feita com a 50mm. Interior do apto.Após o café, minha irmã nos convidou para passear por cima do minhocão, que aos domingos fica fechado para trânsito de autos e a paulistada vai caminhar e passear nele. (uma boa opção de lazer) Aceitamos o convite e a D50 com a 50mm foi junto.

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Prisão paulistana.

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Estátua no Largo Santa Cecília

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Um tiozinho passa por nós antes de subirmos no minhocão

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Les saltimbanques – Como dizia Bresson.

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Minha irmã(a direita), observa “os saltimbancos”

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Muitos vão malhar no minhocão.

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Tem cachorrinho e “bombadão”

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Mendigo e “madame”

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Famílias moram “do lado” do viaduto.

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Antigamente o viaduto não existia e o bairro era um lugar valorizado, hoje existem muitos apartamentos ou salas para alugar, pois poucos suportam tanto barulho. “Obra de PAULO MALUF”.DSC 9849 - DSC 9849

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DSC 9843 - DSC 9843 Pelo jeito não sou o único fotógrafo interessado no minhocão

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Após a nossa caminhada, descemos do “Minhocão” e fomos em direção ao Largo do Arouche. Ali “resolvi” não arriscar em fazer cliks com a D50, pois o lugar é mais “barra pesada”. Fomos na Praça da República e depois eu e minha esposa fomos para casa da minha mãe no bairro Paraíso. Pegamos o metrô e saltamos na “Paulista”. Estação “Brigadeiro”.

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Avenida Paulista

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Casa da MAMA!

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“Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus”

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Fiz essa foto da minha ADORADA AVÓ, já falecida, faz exatamente vinte anos, em 1988, com uma Penthax Spotmathic e uma 50mm. Sublime revelação do laboratório “Álbum” de Zé de Boni, onde fui estagiário.Após um delicioso almoço na “Rosima”, (convite do meu irmão Roberto Berlinck) que para mim é a MELHOR comida ÁRABE de São Paulo, fica na Brigadeiro Luiz Antônio. Eu e minha esposa resolvemos continuar nosso passeio e fomos até o Parque do Ibirapuera. Boas lembranças tenho do Ibira, pois passei minha infância indo lá.

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A ENORME árvore de NATAL na entrada do parque.

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Minha esposa fazendo um retrato.

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Seqüência de fotos

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De bicicleta

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Começou a chover FORTE! Fomos em direção de um abrigo e escolhemos o pavilhão Japonês.

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Guardião do templo

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Lindo o pavilhão japonês.

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Detalhe do jardim

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Interior do pavilhão

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Terminando nosso passeio pelo Ibirapuera, voltamos para casa da minha mãe onde comemos uma PIZZA, URA MEU!

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Meu sobrinho Felipe.

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Meu sobrinho fazendo malabarismo e minha mãe ao fundo.

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Mesa do Jantar

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Meu irmão e sua esposa Rosane, olhando fotos antigas.Assim terminou meu “Dia em São Paulo”.

Todas as fotos foram feitas com uma Nikon D50 e uma lente Nikkor 50mm em modo RAW, convertidas para preto e branco no próprio Adobe Câmera RAW.
As Fotos não tem CROP (corte).

Abraços e até a próxima

André

8 comentários

  1. Julio Carraro em 28 de Dezembro de 2008 Editar

    Excelente tratado de visita à SP. Apesar que eu esteja saturado da Grande Metrópole, passeei por ela através de suas fotos.
    São Paulo tem muita opção para brincar com uma máquina fotográfica.
    O estilo P/B reflete a vontade de buscar a visão consciente de “clicar”.
    Com tanta máquina fotográfica por ai, seria interessante as pessoas fazerem passeios brincando de tirar fotos diferentes e temáticas, para lembrar do contexto onde estavam e não somente que elas eram o contexto, como na maioria dos casos.
    Muito bom.

  2. Elpídio I. Fernandes Filho em 28 de Dezembro de 2008 Editar

    Belíssimas fotos P&B de Sampa . Parabéns e publique mais dos seus ensaios que são fonte de inspiração.

  3. admin em 28 de Dezembro de 2008 Editar

    Valeu Amigos.

  4. James em 28 de Dezembro de 2008 Editar

    Oi Andre, gostei as fotos. A primeira é otima.
    Muito concreto, com p/b fica mais forte ainda.
    James

  5. Regina em 5 de Janeiro de 2009 Editar

    Oi André!
    Que lindas fotos! Tanto as de sampa como as da serra do Brigadeiro, do lugar lindo que vocês visitaram!
    beijos e um ótimo ano para vocês!

  6. Helcker em 7 de Janeiro de 2009 Editar

    “URA MEU!!” Belas fotos! Adorei as P&B! Sempre achei que São Paulo tem muita coisa interessante para ser desvelada, e este ensaio com certeza revelou algumas delas. Parabéns!

  7. Fernando em 29 de Janeiro de 2009 Editar

    André, gostei de suas fotos, e parabens, pois vc acertou na qualidade de tudo, inclusive no seu belo paladar. Ficamos contentes em ver citações como estas. Abraços

  8. Zildinete em 25 de Setembro de 2009 Editar

    É realmente impressionante o poder que tem o fotógrafo de transmitir com suas fotos toda a sensibilidade que seus olhos podem ver.

    Eu particularmente passo quase todos os dias nesta região do largo Santa Cecilia, em direção ao trabalho e não são raras as vezes em que me detenho diante das imagens que temos ali: a estátua no largo…, o viaduto e seus moradores…., os mendigos e as madames… a Bela cidade e seus infinitos contrastes…

    Vendo estas fotos me senti como se estivesse passando por ali naquele instante.

    Os grande profissionais desta área de fato possuem o poder de nos tocar com suas fotos, cada um com seu estilo, mas com o mesmo objetivo (Henrie C Bresson, Sebastião Salgado e…André Berlinck).

    Parabéns!